domingo, 1 de maio de 2011

Chuva de Golos e mais Três Pontos

O Parque de Jogos do Grupo Desportivo de Porto d’Ave, foi hoje palco dum desafio de futebol que apunha duas equipas na luta por um lugar no pel0tão da frente da tabela classificativa. O adversário chamava-se G. D. Prado, uma equipa que vinha motivada a regressar a casa com o mesmo número de pontos do Porto d’Ave, mas em Dia do Trabalhador e como o campo não oferecia as melhores condições para a prática dum futebol de classe como tantas vezes assistimos esta época, os nossos jogadores tiveram que vestir o fato-macaco e foram incansaveis na luta pela vitória, e quando a apito do árbitro soou pela última vez estavam contabilizadas quatro bolas no fundo das redes adversárias e apenas duas na baliza de Abreu.

Mas hoje era também Dia da Mãe, a foi com um gesto muito bonito que foi assinalado no nosso Parque de Jogos, e todas as Mães que assistirama esta partida foram presenteadas com uma rosa à entrada da bancada. São também estes momentos que engrandecem e enobrecem o Porto d’Ave e o blogue deixa aqui os parabéns por mais esta iniciativa.

Mas se era Dia da Mãe e Dia do Trabalhador, dia do árbitro não era de certeza. Péssimo trabalho deste trio que esteve claramente em dia não, que além de evidenciar muita incompetência não conseguiu esconder que havia alguma coisa ainda mais vergonhosa e era bem visível a intencionalidade de prejudicar o Porto d’Ave.

Quanto à exibição da nossa equipa, a procura do golo começou no primeiro minuto com um remate de Pimenta de longe, com a bola a sobrevoar ligeiramente a barra da baliza. Da mesma zona passados dois minutos foi a vez de Filipe Gonça tentar a sorte mas desta vez vai à figura do guardião. Ao quinto minuto Pimenta é derrubado na área e o árbitro (que esteve pior que o tempo, e lembro que o tempo esteve muito mau) faz vista grossa e nada assinala. Mas a justiça não se fez esperar e logo de seguida o mesmo jogador beneficia dum livre descaído para o lado esquerdo, e mesmo sem ser da sua zona de maior eficácia consegue o golo contando com a ajuda do guardião, como se este quisesse corrigir a injustiça do penalty que antes ficara por marcar. Um a zero com Pimenta mais uma vez a fazer o gosto ao seu pé esquerdo, o melhor pé do futebol regional e não só.

Apesar da vantagem, os nossos jogadores continuaram a dominar a partida mas com meia hora jogada a equipa de Prado iguala o placar, com um golo obtido através dum canto, que surgiu num lance em que fica por assinalar um fora de jogo sem margem para dúvidas que um fiscal de linha de nível reduzidíssimo deixou passar. E a equipa de Prado consegue mesmo a reviravolta aos trinta e quatro minutos, num lance em que o nosso guardião coloca a bola num jogador adversário que não desperdiçou o presente e coloca a sua equipa em vantagem.

Mas os festejos duraram apenas uns segundos, e Neves de cabeça volta a igualar a partida, resultado que se manteve até ao intervalo. Perto do minuto quarenta assistimos à mais uma grande oportunidade para o Porto d’Ave se colocar em vantagem,com Cabreira depois de receber a bola de Zé Beto a cruzar rasteiro, e a bola atravessa a pequena área e sai pela linha de cabeceira, sem que ninguém a conseguisse desviar para dentro da baliza.

Na segunda parte a chuva resolveu também marcar presença e ficou provado que a nossa equipa estava preparada para ela,marcando mais dois golos "molhados" (e que golos) enquanto a equipa de Prado demonstrou que só sabia marcar golos "secos"

Raul aos dez minutos com a grande área muito povoada, consegue tirar as medidas ao caminho para o fundo das redes e volta a colocar o Porto d’Ave em vantagem com uma bola teleguiada a sair do seu pé direito e a fazer um grande golo.

O jogo podia ficar resolvido no minuto seguinte se o árbitro e fiscal de linha (ambos muito fracos, nunca é demais lembrar) não tivessem mais uma vez fingido que não viram um penalty, desta vez sobre Pesca. E desta forma foi necessário esperar pelo minuto vinte e sete para jogadores e adeptos festejarem o golo da tranquilidade. Zé Beto, pelo lado esquerdo, junto à linha lateral, levanta a bancada com um golo d’outro mundo. Um hino ao futebol a sair do pé esquerdo dum miúdo de quase dois metros que nos vai cada vez mais habituando a momentos como este. Zé Beto, a camisola do Porto d'Ave fica-te a matar e é com grande alegria que recebi o notícia que na próxima época vais continuar com a Fonte do Chinês ao peito.

Com dois golos de vantagem e a controlar a partida não restavam dúvidas que os três pontos iam ficar em Porto d’Ave, mas o homem do apito ainda acreditava noutro desfecho, e Abreu e Bife tiveram que abandonar as quatro linhas mais cedo por segundo amarelo e vermelho directo respectivamente. Enfim. E desta forma o Porto d'Ave termina a partida com apenas nove elementos que foram aplaudidos de pé por mais uma grande exibição.

Na próxima jornada recebemos a equipa do Marinhas, um nome que já carimbou o passaporte da subida e irá abandonar o futebol regional na próxima época. Com o apoio dos adeptos a missão dos jogadores fica mais fácil para vencer esta grande equipa, por isso no próximo Domingo vamos mais uma vez marcar presença no nosso Parque de Jogos e apoiar os nossos jogadores.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Vamos Apoiar o Porto d'Ave

Seniores
G. D. Porto d'Ave *** G. D. Prado
Domingo, 01 de Maio, pelas 16.00 horas
No nosso Parque de Jogos

segunda-feira, 25 de abril de 2011

O Dia da Grande Mentira


"...Represento uma política de verdade e de sinceridade, contraposta a uma política de mentira e de segredo. Advoguei sempre que se fizesse a política da verdade, dizendo-se claramente ao povo a situação do País, para o habituar à ideia dos sacri­fícios que haviam um dia de ser feitos, e tanto mais pesados quanto mais tardios.
Advoguei sempre a política do simples bom senso contra a dos gran­diosos planos, tão grandiosos e tão vastos que toda a energia se gastava em admira-los, faltando-nos as forças para a sua execução..."

(António de Oliveira Salazar)

Para alguns foi necessário esperar mais de trinta anos para perceber que o 25 de Abril é uma grande mentira, e que antes dessa data é que nos falavam verdade. Alguns ainda recusam aceitar que os fins dessa revolução eram, como se veio a constatar, unicamente defender os interesses duma pequena percentagem de oportunistas que não olharam a meios para dar azo à sua ganância. Hoje, já são poucos os que tem dúvidas da dimensão desse erro, mas não deixa de ser estranho que se continue a comemorar esta data com discursos aflorados de heroísmo, certamente com uma única finalidade: continuar a esconder a verdade.
Tudo isso será pago, não apenas pelas gerações futuras, mas também as de hoje, e mesmo as de 'ontem'!
E digo isto com muita pena, porque Portugal é o meu país.

domingo, 24 de abril de 2011

Poema da Ressureição

É madrugada
há um silêncio no ar
por um instante, o soluço parou
a tristeza dormiu
e o pranto cessou!

Na barra do novo dia
brilha sorridente o sol da alegria.

O ventre da terra contraiu-se
a natureza gemeu em santo parto
reuniram-se todos os átomos
da força energética da vida...

O Pai é o parteiro presente
anjos e mulheres o auxiliam
os guardas, homens armados
cochilam frágeis e inofensivos.

Poderosos: sacerdotes, Herodes, Pilatos...
Com o remorso do crime no estômago, sofrem pesadelos.

O túmulo rompeu-se e a pedra rolou!

Eis que de pé,
vitorioso renasce Jesus!

Do infinito parto da Natureza e do Céu
ressurge livre, vencedor
o Filho Amado.
Ontem matado e enterrado.

Termina, enfim,
a teimosia cansativa entre o homem
e seu criador
alguns lençóis, placentas inúteis,
restos da morte
que agoniza faixas manchadas do pecado vencido.

Voam pelo ar, no chão em festa, feito jardim
por onde passeia sorridente
o jardineiro imortal.

Tudo é surpresa e espanto
tudo é certeza e encanto.

Os convidados e seguidores cantam alvíssaras
Maria, a mulher símbolo
suspira aliviada e segura
uma lágrima feliz terá corrido rápida
fazendo ponto final, no seu papel genial
por ela somos benditos também, quem não diria Amém?

Enquanto os filhos da morte
envergonhados, insistem em combater
de boca em boca, de casa em casa,
de nação em nação
corre veloz a notícia feliz:
"Jesus ressuscitou!!!"

Quem crê, saia depressa, correndo
atrás de Madalena, de Pedro, de João...

A vitória será sempre da VIDA!
E cada esforço, cada luta,
cada gota de sangue derramado
pela justiça não terá sido em vão...

A última palavra será: RESSURREIÇÃO!

sábado, 23 de abril de 2011

Páscoa em Porto d'Ave

À semelhança de anos anteriores os Escuteiros de Porto d'Ave simbolizaram a Páscoa na Praça da Músicas, e o resultado da imaginação e trabalho foi, sem surpresa, mais uma vez magnífico. Estão de parabéns todos que colaboraram na realização deste "monumento" que se por um lado demonstra o cariz religioso do Agrupamento de Escuteiros e de toda a população, mas importa realçar também a parte criativa, pois trata-se de uma verdadeira Obra de Arte.

sexta-feira, 22 de abril de 2011


«Tu morreste por nós na cruz da afronta
E o sangue derradeiro
Derramaste do alto do mad
eiro,
Jesus, filho de Deus, Deus Verdadeiro
Aos crimes do homem não lançaste a conta
Inocente cordeiro
Quando foste no alto do madeiro
Lavar com sangue o último e
o primeiro»

( Almeida Garret)


domingo, 17 de abril de 2011

Joagada de Râguebi dá vitória ao Celoricense

O Porto d'Ave deslocou-se ao Concelho de Celorico, para defrontar a equipa local, onde foi recebido pela primeira vez num magnífico estádio recentemente inaugurado, com um sintético de nos deixar com água na boca, pecando apenas no tamanho da bancada que me pareceu insuficiente para albergar o elevado número de adeptos de ambas os emblemas.
O nosso adversário que anda longe dos lugares que ambicionava no início da época, queria aproveitar esta oportunidade para subir uns furos na tabela e apagar uma má imagem deixada no jogo da primeira volta no nosso recinto, quando por cinco vezes tiveram que ir buscar a bola ao fundo da baliza.
Por sua vez, os nossos jogadores sabiam que a conquista dos três pontos podia ser uma realidade e foi com esse propósito que entraram para o campo, realizando mais uma grande exibição, mas o placar no final anunciava a vitória do Celoricense por duas bolas a uma penalizando a nossa equipa, que foi claramente superior e não merecia este resultado amargo que não acontecia desde a segunda jornada da segunda volta, quando recebemos o líder Vilaverdense.
A equipa da casa foi a primeira a marcar num golo obtido no seguimento duma falta indiscutível sobre Pesca, em que o árbitro espanta tudo e todos ao deixar seguir o lance que acabava por dar origem ao primeiro da partida. Juntamente aos protestos dos adeptos do Porto d'Ave perante esta infracção em que foi obtido este golo era possível notar a concordância do público afecto à equipa da casa que festejou de forma tímida como se se sentissem envergonhados. O caso não era para menos.
Estavam vinte e cinco minutos decorridos e esta tinha sido a primeira vez que os jogadores do Celoricense tinham ameaçado a baliza de Abreu enquanto no lado oposto o guardião tinha sido chamado a intervir por diversas vezes. O Porto d'Ave estava a realizar uma grande exibição e não baixou os braços perante esta adversidade, e os nossos jogadores continuaram a remar na tentativa de inverter o resultado, conseguindo a igualdade em cima do apito para intervalo através de Zé Beto, que depois de permitir a defesa do guardião da casa aproveita a recarga e faz o empate com o calcanhar. Dois minutos antes o mesmo jogador tinha desperdiçado uma grande oportunidade na cara do guardião que não tinha mão a medir e até aqui tinha ganho o duelo perante a 'fome' de golos que os nossos jogadores demonstravam.
No regresso dos balneários o rumo continuava no mesmo tom com a superioridade do Porto d'Ave a ser evidente, mas mais uma vez contra a corrente do jogo a equipa da casa colocava-se em vantagem, quando estavam decorridos dez minutos deste período. Os nossos jogadores mantiveram a mesma determinação e nunca baixaram os braços na tentativa dum resultado positivo, com o maior sinal de perigo a surgir já nos descontos em que uma bola sai pela linha de cabeceira após jogada confusa na pequena área. Mas o apito final acabava por surgir com o sabor amargo da derrota bastante difícil de digerir, não só pelo sabor a injustiça mas também por ser uma sensação estranha uma vez que para o campeonato não acontecia há mais de dois meses.
Também o trio de arbitragem merece uma nota, infelizmente pela negativa. Foi sem dúvida a pior equipa em campo e ter estado completamente a dormir no lance que originou o primeiro golo acaba por ter consequências no resultado final. Esperemos que se trate apenas dum acto de incompetência e não algo ainda mais vergonhoso.
Com este resultado o Porto d'Ave fica mais longe do pódio da tabela, mas a forma como os nossos jogadores mais uma vez honraram a camisola que vestem permite-nos acreditar num final de época com o nome do Porto d'Ave a ocupar um lugar ainda mais honroso. Para isso também os adeptos tem uma palavra a dizer, e na próxima jornada recebemos o Prado, uma equipa que vem com o objectivo de nos igualar em número de pontos, mas para contrariar isso basta o nosso apoio aliado à mesma determinação a que os nossos jogadores nos tem habituado durante a época. Força Equipa, Força Porto d'Ave.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Vamos Apoiar o Porto d'Ave

Seniores
G. D. Celoricense *** G. D. Porto d'Ave
Domingo, 17 de Abril pelas 16.00 horas
No Estádio Municipal de Celorico de Basto

domingo, 10 de abril de 2011

Jogo sem Golos na tentativa de assalto ao 3º Lugar


O Porto d'Ave recebeu a equipa de Santa Eulália com a possibilidade de terminar a partida num lugar do pódio da tabela, mas o placar anunciava o nulo no apito final e desta forma é o nosso adversário de hoje que continua nessa posição em partilha com o Arões.
Quanto ao desenrolamento da partida, não me ocorre nenhum comentário.....Disponibilizo o espaço para quem o quiser utilizar para deixar alguma reflexão.