No nosso Parque de Jogos
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Vamos Apoiar o Porto d'Ave
No nosso Parque de Jogos
domingo, 3 de abril de 2011
Porto d'Ave Soma Mais Três Pontos Apimentados
O Porto d’Ave deslocou-se ao concelho de Famalicão para defrontar o Louro, uma equipa que tentava fugir aos lugares de despromoção e procurava nesta partida o passaporte para subir alguns furos na tabela classificativa. Por sua vez os nossos jogadores não queriam quebrar a onda de bons resultados que dura desde a deslocação a S. Torcato, e apresentaram-se determinados a somar mais três pontos e aproximarem o nome do Porto d’Ave do pódio da tabela. A estes ingredientes juntava-se ainda um magnifico sintético para que fosse uma partida apetecível de assistir e as bancadas daquele excelente recinto desportivo fizeram-se pequenas para albergar o grande numero de adeptos de ambos emblemas.
Na primeira parte o perigo esteve sempre mais perto da baliza de Abreu que foi sempre resolvido sem que o nosso guardião tivesse que recorrer a grandes intervenções. A resposta do Porto d’Ave também surgia no mesmo tom, e por três vezes neste período assustou a defensiva do Louro , sendo o lance de maior perigo ao minuto trinta e cinco num lance em que Bife fica a pedir penalty após cruzamento de Daniel.
No regresso dos balneários a equipa da casa entrou determinada a abrir o placar e cria perigo no primeiro minuto num lance em que a destreza de Abreu foi determinante ao ganhar um lance dividido já fora da área. A insistência dos avançados do Louro não ficara por aí, mas também a outra baliza foi alvo dum lance com muito perigo ao quinto minuto com o guardião a negar por duas vezes golo, primeiro a Pimenta e na recarga a Bife.
A equipa de Louro retomava a ascendente atacante mas na resposta o Porto d’Ave abria o placar aos doze minutos com o único golo da partida que valeu os três pontos. E mais uma vez a bola foi enviada para o fundo da baliza através de Pimenta, um jogador que tem uma relação muito intima com o 'golo'. E durante os alargados festejos dos nossos jogadores notava-se uma reacção de frustração no rosto dos homens da casa perante este balde de água fria que lhes afastava ainda mais a linha da manutenção.
Os jogadores do Louro não baixaram os braços e tudo fizeram para tentar inverter o resultado, mas Abreu evitava males maiores com destaque para dois livres aos minutos quinze e dezassete. Enquanto isso a resposta do Porto d’Ave era sempre dada com muito perigo, e com meia hora decorrida vimos a barra a negar um golo a Castelar que tenta a sorte através dum livre a mais de quarenta metros da baliza.
Foram inúmeras as oportunidades criadas por ambas as equipas e o jogo justificava mais alterações no placar, e até se pode dizer com justiça que a divisão de pontos espelharia mais o que ambas as equipas fizeram dentro das quatro linhas, mas o factor sorte também faz parte do futebol e hoje sorriu ao Porto d’Ave que soube aproveitar uma das oportunidades criadas e apontou um golo importante a coloca o Porto d’Ave na quarta posição da tabela. Resta-nos desejar ao G. D. Louro que consiga ainda alcançar os seus objectivos, pois trata-se dum clube com todas as condições para militar neste escalão e também quero registar aqui a forma elevada como nos recebeu enquanto adversários. 
O próximo desafio é justamente contra o terceiro classificado, o Santa Eulália, e em caso de vitória o nome do Porto d’Ave passará a ocupar um lugar no pódio. Por isso no próximo Domingo vamos marcar presença na bancada do nosso Parque de Jogos e todos juntos venceremos mais este desafio. Força Porto d’Ave.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Homenagem à Mindinha das Escolas

Para falar da Mindinha com a justiça que ela merece este blogue não chegava. Naquela escola passaram centenas ou milhares de crianças e professores, e não é possível ouvir outra coisa que não sejam elogios onde se notam já algumas lágrimas fruto da saudade que já se começa a sentir.
Fica aqui um trabalho fotográfico feito pelas actuais professoras da Escola Primária, um dos pontos altos da noite e de seguida uma mensagem enviada pela Professora Antónia Pereira que não pode marcar presença na festa, mas que durante muitos anos partilhou o mesmo espaço com a Mindinha a quem cheia de orgulho chama de 'Colega'. Por fim também uma mensagem enviada para o blogue por Vitor Macedo, que ajuda a traduzir a grandeza humana que a Mindinha sempre distribuiu por todos que a rodeavam.
Momento em que a Alcina leu a Mensagem enviada pela Professora Antónia Pereira:

Em plena actuação do Rancho Folclórico da nossa terra, apresentei numa festa a Minda como: “minha colega”. Reparei, porém, alguma perplexidade no rosto das pessoas que estavam à nossa volta. Expliquei, então, que trabalhávamos no mesmo edifício, com os mesmos alunos e professores. Éramos, portanto, companheiras do dia-a-dia, colegas de trabalho.
Quero, hoje, aqui testemunhar que conheço a Minda há mais de trinta anos e com ela convivi diariamente durante dezanove, tantos quantos os que trabalhei na Telescola de Porto d’ Ave.
Conheço-a muito bem. Posso afirmar que a Minda nunca foi “empregada das escolas” ou “funcionária” como, à época, se chamava à sua profissão.
A Minda foi, sempre, uma Grande Auxiliar Educativa e escrevo-o com letra maiúscula. Ela foi sempre o braço direito (e se calhar o esquerdo também), das professoras da Telescola em todas as iniciativas. Naquele tempo, não se valorizava o currículo, a avaliação, a nota…
A Minda trabalhava, incansavelmente, com entusiasmo, dedicação e sem quaisquer objectivos pessoais.
Quantas vezes, em situação de conflito, ela defendeu os alunos mais difíceis?! Quantas vezes executou tarefas que estão muito para além da sua profissão?! Ela era, e é, “pau para toda a colher”. Não contabilizava o tempo que dedicava à escola.
Contei sempre com ela para as festas que organizei na Telescola e até, mais tarde, nas actividades que implementei já na Escola EB 2 e 3 de Taíde.
É uma amiga que em tudo ajudava, para tudo estava sempre disponível, fosse dia ou noite, sábado ou domingo.
Marcou gerações, cujo exemplo está no carinho e admiração que os nossos filhos nutrem pela “Mindinha”.
É polivalente, criativa e lutadora.
Deu-se a todos, sem olhar a quem, quando e porquê. Faz da sua vida uma dádiva permanente. E fá-lo por atitude intrínseca à sua personalidade. Não é só uma questão de Fé.
Quero expressar, perante todos, a felicidade que sinto por ter trabalhado com um ser humano de tão elevada qualidade. E a si, Minda, quero declarar-lhe, mais uma vez, que a admiração e amizade que tenho por si, não cabem nas palavras que possa aqui utilizar. Exprime-se na força do sentido abraço que aqui lhe deixo.
Felicito a organização por esta homenagem que é inteiramente merecida.
E lembre-se, Minda, a amizade não tem direito a aposentação!"
Antónia Pereira
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Comentário enviado por Vitor Macedo:
Quando o nosso trabalho tem como principal objectivo a EDUCAÇÃO, tem como lema da produtividade AJUDAR A CRESCER, tem como lucro BOM RESULTADO ESCOLAR – SOCIAL – HUMANO, exige-se aos seus trabalhadores entrega total, exige alma nobre, exige sabedoria humana, exige humildade, exige AMOR, …
Perante estas exigências nem todos conseguem aguentar tal trabalho, que aos olhos de muitos parece fácil. Só alguém que é tão ESPECIAL é que aguenta durante tantos anos tantas e especiais exigências…
É esta a especialidade da nossa Minda, fazer de todos nós a sua vida, e nós dela fazemos parte da nossa vida.
A nossa AMIGA abraçou as exigências do seu trabalho com pureza e naturalidade, fez da escola a eterna escola de gerações.
Para a Mindinha foi mais um virar de página da sua vida onde muitas e boas recordações permanecerão no seu valioso livro da vida, agora já escreve mais linhas na nova pagina onde todos nós continuarão como personagens do seu coração GRANDE.
É assim a vida na nossa Terra…
somos apenas pessoas que gostamos de ser pessoas…
junto de GRANDES PESSOAS.
ass. Vitor Macedo
E agora apresento algumas fotos que não precisam de legendas para descrever em parte a linda e justa homenagem sempre num ambiente de alegria, à imagem que a Mindinha sempre nos transmitiu:














Porto d'Ave Acorda Vestido de Branco
Na manhã de hoje Porto d'Ave acordou perante um enorme nevão e ninguém ficou indiferente a este fenómeno climatérico que deixou a nossa aldeia ainda com mais encanto. Apesar de o avistarmos a neve com regularidade em zonas muito próximas tantas vezes repetimos Invernos sem que os nossos Terreiros sejam palco de tão magnífico espectáculo, e desta vez a surpresa foi ainda maior por este episódio ter decorrido já depois da Primavera ter chegado.
É ainda bem cedo e já todos foram contagiados por uma grande alegria e as brincadeiras não escolhem idades. A zona envolvente do nosso Santuário já está invadida por uma tribo de bonecos de neve feitos por crianças e adultos, todos maravilhados com este manto branco com que a mãe natureza nos presenteou.
E é num dia assim que nos recordamos dum lindo Poema de Augusto Gil, ele que viveu na encosta da Serra da Estrela e tantas vezes acordou perante a magia deste cenário maravilhoso.
Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.
É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho…
Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.
Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria…
. Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!
Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho…
Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança…
E descalcinhos, doridos…
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!…
Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!…
Porque padecem assim?!…
E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na Natureza
e cai no meu coração.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Vamos Apoiar o Porto d'Ave
sábado, 26 de março de 2011
Um Bis de Pimenta e Um Bife de Romaria

O Porto d'Ave entrou praticamente a ganhar e ainda se ouvia o eco do primeiro apito da partida quando o placar foi inaugurado. O golo madrugador saiu da cabeça de Pimenta após um canto apontado por Zé Beto. Com dez minutos jogados saiu uma bomba do pé esquerdo do mesmo jogador, mas a barra da baliza que ainda não parou de tremer na sequência deste embate, negou-lhe o segundo.
A partir deste momento a nossa equipa passou um período menos conseguido e permitiu que o adversário invertesse o resultado. Uma desatenção na defesa ao minuto quinze e um grande golo apontado pelo ex-Portodavense Victor que não festejou (lembro que este jogador vestiu quase duas centenas de vezes a nossa camisola e habituou-nos a golos assim) a dez minutos do intervalo levam os nossos jogadores a tomar o chá com sabor a desvantagem.
Na segunda parte a nossa equipa saíu do balneário equipada de vontade de vencer e foi enorme na conquista dos três pontos. Os jogadores do Terras de Bouro estavam rendidos ao banho de bola que estavam a levar a adivinhava-se a reviravolta a qualquer momento, pois o perigo não parava de bater à porta da baliza adversária.
E foi com um grande golo ao minuto vinte que surgiu o empate através de Bife que tinha acabado de entrar e faz um chapelão com conta, peso e medida e envia a bola para o fundo da baliza. Um Hino ao Futebol a sair do pé direito do nosso avançado a equilibrar o placar, mas o Porto d'Ave prometia muito mais. Já no último quarto de hora da partida o golo esteve perto com o mesmo jogador a rematar e permitir a defesa e na recarga faz um cabeceamento e vê a bola sair pela linha de cabeceira a menos de um palmo ao lado do poste quando o guardião já nada podia fazer neste lance.
E a justiça no resultado surgiu quando faltavam cinco minutos para o apito final mais uma vez através de Pimenta que do seu pé esquerdo bisa na partida e coloca o Porto d'Ave em vantagem com os festejos ao rubro tanto na bancada como dentro das quatro linhas. As vitórias sabem todas bem, mas não há dúvidas que umas sabem melhor que outras.
O golo ainda voltou a espreitar a mesma baliza, através de Pivas que aponta um livre pelo lado esquerdo e a bola é desviada na pequena área com muita dificuldade para a defensiva adversária.

Já nos descontos o perigo chegou pela primeira vez na segunda parte perto da baliza defendida por Abreu. Um livre assinalado em cima da linha da grande área podia ter causado uma grande injustiça no resultado, mas o Terras de Bouro não tem nenhum Pimenta e por isso não sabe tirar proveito deste tipo de lances.
O apito final chegou de seguida com o resultado favorável ao Porto d'Ave por três bolas a duas numa partida em que os nossos jogadores foram enormes, sobretudo pela fantástica segunda parte. Quando se quer mesmo, não há pai para nós, por isso vamos fazer o mesmo na próxima jornada, e na próxima e nas seguintes. Força equipa, Força Porto d'Ave.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Vamos Apoiar o Porto d'Ave
domingo, 20 de março de 2011
Um Empate Justo Que Merecia Golos


Com todos este factores a divisão de pontos aceita-se face às oportunidades criadas por ambas as equipas, e só uma tarde inspirada de ambos os guardiões com mais de uma mão cheia de grandes intervenções cada um aliada a alguma falta de pontaria dos avançados impediu que a festa do golo acontecesse nesta grande tarde de futebol.

A equipa de Martim foi a primeira a criar perigo mas ainda não estavam decorridos cinco minutos de jogo quando a resposta foi dada numa jogada pelo lado esquerdo em que Pimenta cruza rasteiro e Zé Beto em boa posição para inaugurar o marcador falha a emenda. Ao minuto vinte e cinco Abreu voltava a brilhar com uma grande intervenção e ainda vê a bola passar por cima da barra após a recarga e a resposta voltou a surgir passados cinco minutos com Zé Beto a apontar um livre para a área e Peixoto de cabeça vê a bola cair em cima das redes da baliza quando já se preparava para festejar. A dez minutos do intervalo foi a vez de Castelar tentar o golo num livre que parecia inofensivo em que o guardião do Martim ia sendo traído pela trajectória da bola após esta bater no chão.

No regresso dos balneários foi do melhor pé esquerdo do campeonato que saiu o primeiro lance com perigo. Pimenta através dum pontapé de canto tenta o golo directo e a bola passa menos dum palmo ao lado do poste. Aos minuto treze o guardião da casa que nesta altura do jogo não tinha mãos a medir nega o golo a Zé Beto que remata com perigo após passe de Pimenta. Mas não era só nesta baliza que as oportunidades surgiam e também Abreu teve que se aplicar e foi com grandes intervenções que manteve as redes invioláveis. As oportunidades iam surgindo para ambos os lados com uma clara superioridade do Porto d'Ave neste período e adivinhava-se o golo a qualquer momento, mas o erro que ditou a expulsão de Filipe Gonça voltou a equilibrar a partida que terminou com a divisão de pontos.

Este jogo foi realizado no recinto da equipa que ocupava a terceira posição na tabela classificativa antes desta jornada e por esse factor até podíamos considerar o empate um resultado positivo, mas foi com um sabor amargo que ouvimos o apito final pois ficamos com a sensação que aquela inversão das regras de futebol a meio da segunda parte teve influência no resultado e sem esse erro (esperemos que tenha sido apenas um erro e não algo muito mais grave) os três pontos certamente viajariam na nossa bagagem no regresso a casa.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Tributo a Dona Anastácia
Foram anos que com muita humildade, dedicação, habilidade e devoção à Nossa Senhora do Porto de Ave que tão Nobre e Digníssima Senhora a todos serviu, sem pedir nada em troca, fazendo do nosso Majestoso Santuário a sua Casa.
A sua simplicidade, tão pura, nunca aceitou que lhe dirigissem um elogio dizendo com o coração que servia em nome de Deus. Só quem tem um coração puro é que consegue tanto tempo servir e não ser servido, só é Grande quem muito dá e nada recebe.
Para a nossa Digníssima Senhora Anastácia, Amiga nos nossos corações, um simples e profundo OBRIGADO pela sua simplicidade Grandiosa."
Vitor Macedo



