quinta-feira, 31 de março de 2011
Vamos Apoiar o Porto d'Ave
sábado, 26 de março de 2011
Um Bis de Pimenta e Um Bife de Romaria

O Porto d'Ave entrou praticamente a ganhar e ainda se ouvia o eco do primeiro apito da partida quando o placar foi inaugurado. O golo madrugador saiu da cabeça de Pimenta após um canto apontado por Zé Beto. Com dez minutos jogados saiu uma bomba do pé esquerdo do mesmo jogador, mas a barra da baliza que ainda não parou de tremer na sequência deste embate, negou-lhe o segundo.
A partir deste momento a nossa equipa passou um período menos conseguido e permitiu que o adversário invertesse o resultado. Uma desatenção na defesa ao minuto quinze e um grande golo apontado pelo ex-Portodavense Victor que não festejou (lembro que este jogador vestiu quase duas centenas de vezes a nossa camisola e habituou-nos a golos assim) a dez minutos do intervalo levam os nossos jogadores a tomar o chá com sabor a desvantagem.
Na segunda parte a nossa equipa saíu do balneário equipada de vontade de vencer e foi enorme na conquista dos três pontos. Os jogadores do Terras de Bouro estavam rendidos ao banho de bola que estavam a levar a adivinhava-se a reviravolta a qualquer momento, pois o perigo não parava de bater à porta da baliza adversária.
E foi com um grande golo ao minuto vinte que surgiu o empate através de Bife que tinha acabado de entrar e faz um chapelão com conta, peso e medida e envia a bola para o fundo da baliza. Um Hino ao Futebol a sair do pé direito do nosso avançado a equilibrar o placar, mas o Porto d'Ave prometia muito mais. Já no último quarto de hora da partida o golo esteve perto com o mesmo jogador a rematar e permitir a defesa e na recarga faz um cabeceamento e vê a bola sair pela linha de cabeceira a menos de um palmo ao lado do poste quando o guardião já nada podia fazer neste lance.
E a justiça no resultado surgiu quando faltavam cinco minutos para o apito final mais uma vez através de Pimenta que do seu pé esquerdo bisa na partida e coloca o Porto d'Ave em vantagem com os festejos ao rubro tanto na bancada como dentro das quatro linhas. As vitórias sabem todas bem, mas não há dúvidas que umas sabem melhor que outras.
O golo ainda voltou a espreitar a mesma baliza, através de Pivas que aponta um livre pelo lado esquerdo e a bola é desviada na pequena área com muita dificuldade para a defensiva adversária.

Já nos descontos o perigo chegou pela primeira vez na segunda parte perto da baliza defendida por Abreu. Um livre assinalado em cima da linha da grande área podia ter causado uma grande injustiça no resultado, mas o Terras de Bouro não tem nenhum Pimenta e por isso não sabe tirar proveito deste tipo de lances.
O apito final chegou de seguida com o resultado favorável ao Porto d'Ave por três bolas a duas numa partida em que os nossos jogadores foram enormes, sobretudo pela fantástica segunda parte. Quando se quer mesmo, não há pai para nós, por isso vamos fazer o mesmo na próxima jornada, e na próxima e nas seguintes. Força equipa, Força Porto d'Ave.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Vamos Apoiar o Porto d'Ave
domingo, 20 de março de 2011
Um Empate Justo Que Merecia Golos


Com todos este factores a divisão de pontos aceita-se face às oportunidades criadas por ambas as equipas, e só uma tarde inspirada de ambos os guardiões com mais de uma mão cheia de grandes intervenções cada um aliada a alguma falta de pontaria dos avançados impediu que a festa do golo acontecesse nesta grande tarde de futebol.

A equipa de Martim foi a primeira a criar perigo mas ainda não estavam decorridos cinco minutos de jogo quando a resposta foi dada numa jogada pelo lado esquerdo em que Pimenta cruza rasteiro e Zé Beto em boa posição para inaugurar o marcador falha a emenda. Ao minuto vinte e cinco Abreu voltava a brilhar com uma grande intervenção e ainda vê a bola passar por cima da barra após a recarga e a resposta voltou a surgir passados cinco minutos com Zé Beto a apontar um livre para a área e Peixoto de cabeça vê a bola cair em cima das redes da baliza quando já se preparava para festejar. A dez minutos do intervalo foi a vez de Castelar tentar o golo num livre que parecia inofensivo em que o guardião do Martim ia sendo traído pela trajectória da bola após esta bater no chão.

No regresso dos balneários foi do melhor pé esquerdo do campeonato que saiu o primeiro lance com perigo. Pimenta através dum pontapé de canto tenta o golo directo e a bola passa menos dum palmo ao lado do poste. Aos minuto treze o guardião da casa que nesta altura do jogo não tinha mãos a medir nega o golo a Zé Beto que remata com perigo após passe de Pimenta. Mas não era só nesta baliza que as oportunidades surgiam e também Abreu teve que se aplicar e foi com grandes intervenções que manteve as redes invioláveis. As oportunidades iam surgindo para ambos os lados com uma clara superioridade do Porto d'Ave neste período e adivinhava-se o golo a qualquer momento, mas o erro que ditou a expulsão de Filipe Gonça voltou a equilibrar a partida que terminou com a divisão de pontos.

Este jogo foi realizado no recinto da equipa que ocupava a terceira posição na tabela classificativa antes desta jornada e por esse factor até podíamos considerar o empate um resultado positivo, mas foi com um sabor amargo que ouvimos o apito final pois ficamos com a sensação que aquela inversão das regras de futebol a meio da segunda parte teve influência no resultado e sem esse erro (esperemos que tenha sido apenas um erro e não algo muito mais grave) os três pontos certamente viajariam na nossa bagagem no regresso a casa.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Tributo a Dona Anastácia
Foram anos que com muita humildade, dedicação, habilidade e devoção à Nossa Senhora do Porto de Ave que tão Nobre e Digníssima Senhora a todos serviu, sem pedir nada em troca, fazendo do nosso Majestoso Santuário a sua Casa.
A sua simplicidade, tão pura, nunca aceitou que lhe dirigissem um elogio dizendo com o coração que servia em nome de Deus. Só quem tem um coração puro é que consegue tanto tempo servir e não ser servido, só é Grande quem muito dá e nada recebe.
Para a nossa Digníssima Senhora Anastácia, Amiga nos nossos corações, um simples e profundo OBRIGADO pela sua simplicidade Grandiosa."
Vitor Macedo
quinta-feira, 17 de março de 2011
Vamos Apoiar o Porto d'Ave
terça-feira, 15 de março de 2011
Im Memoriam Dona Anastácia
Desde há vários anos que no Santuário de Nossa Senhora do Porto d’Ave era presença habitual a Dona Anastácia, uma senhora que vivia há menos de duas décadas em Porto d’Ave mas que conquistou o carinho e admiração de todos. Apesar da sua idade avançada e já com evidentes sinais de debilidade física teimava em colaborar nos trabalhos de zelo do Santuário, na catequese e na organização de todos eventos religiosos. Foi sem dúvida uma grande dádiva que DEUS colocou ao serviço da nossa comunidade que hoje chora a sua partida mas jamais o seu sorriso e a ternura das suas palavras se apagarão da nossa memória. O Santuário de Nossa Senhora do Porto d’Ave está hoje muito mais pobre. Obrigado Dona Anastácia, que DEUS lhe devolva no céu tudo que semeou na terra.
domingo, 13 de março de 2011
Vitória mais que justa do Porto d'Ave
O Porto d’Ave recebeu o U. D de Polvoreira e cumpriu o seu dever ao somar mais três pontos e cimentar ainda mais um lugar na primeira metade da tabela classificativa. Pela frente estava um adversário que não apresenta argumentos para disputar este campeonato e até os seus adeptos já deixaram de acreditar nesta equipa sendo o motorista do autocarro o único elemento identificado com o adversário que marcou presença na bancada do nosso Parque de Jogos para além de alguns membros do plantel.
O Porto d’Ave abriu cedo o placar através de Freitas que ao sexto minuto da partida apontou o golo que valeu os três pontos. A bola ainda voltou a bater nas mesmas redes por duas vezes antes do intervalo ambas através de Pimenta, mas o trio de arbitragem imaginava não-sei-o-quê e invalidou os dois golos. 
Já antes do golo tinha sido levantada a bandeira indevidamente quando o mesmo jogador partia isolado em boa posição para marcar. Além destes lances assistimos a uma chuva de oportunidades na mesma área mas a bola teimava em não entrar. Já na outra baliza o guardião Abreu teve o primeiro contacto com a bola ao minuto vinte e cinco num cruzamento fácil de resolver e só em cima do intervalo foi chamado a intervir no único lance com algum perigo.
Na segunda parte os nossos jogadores saiam do balneário com uma margem mínima que face ao que se tinha passado dentro das quatro linhas premiava o nosso adversário que com o factor sorte aliado ao comportamento do trio de arbitragem começaram a acreditar que podiam pontuar no nosso recinto, e a partida ficou mais equilibrada neste período onde há a registar apenas duas oportunidades de golo flagrantes já nos minutos finais. Primeiro foi a vez do Polvoreira tentar o empate através dum livre inventado pelo árbitro da partida e Abreu após uma grande intervenção ainda vê a bola bater no poste da baliza antes se sair pela linha de cabeceira. Não demorou muito a resposta do Porto d'Ave através de Zé Beto que se apercebendo dum ligeiro adiantamento do guardião adversário tenta o golo de chapéu obrigando a uma defesa apertada para canto.
O resultado final faz justiça à superioridade do Porto d’Ave contra um adversário que se preocupou mais com a violência do que com o futebol. Mas às vezes o feitiço vira-se contra o feiticeiro e foi o guardião do Polvoreira em mais uma agressão a um dos nossos jogadores que acabou por se lesionar (já no jogo da primeira volta tinha sido useiro e beseiro neste tipo de lances). O alvo escolhido tinha sido Cabreira e a probabilidade do desfecho ser outro era muito reduzida. Quanto ao trio de arbitragem estiveram à altura do desafio, muito fracos.

