terça-feira, 9 de novembro de 2010
Vamos Apoiar o Porto d'Ave
domingo, 7 de novembro de 2010
Porto d'Ave derrotado em Terras de Bouro

1º Aniversário www.portodeave.blogspot.com
Foi há um ano que nasceu o Blogue www.portodeave.blogspot.com. Promover e defender o Grande Nome Porto d’Ave onde se incluem as suas instituições e toda a sua história foram as principais razões que me levaram a criar este espaço e desde esse dia nem uma linha foi desviada na rota do compromisso que interiormente assumi. Não me cabe a mim enquanto autor e administrador do blogue fazer uma avaliação do trabalho desenvolvido, mas sei traduzir o aumento de visitas que noto semana após semana. Miguel Torga disse um dia que nenhuma árvore explica os seus frutos, mas gosta que lhos comam.
Levar alguma informação da nossa terra aos seus filhos espalhados pelo mundo foi outra das razões que me levou a desenvolver este trabalho, e é precisamente aqui que sinto a maior gratificação. De mais de trinta países onde esta página já foi aberta, agrada-me notar que é raro o dia que não sejam registadas visitas da França, Suíça, Espanha, Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Angola, Moçambique, e embora com menos assiduidade sejam também frequentes as visitas de Luxemburgo, Reino Unido, Canadá, Marrocos e Tunísia. Também elas são uma grande motivação para continuar com a missão a que me propus há um ano. Para todos estes amigos envio um grande abraço esperando retribuir a vossa visita ajudando a minorar a dor da saudade provocada pela distância desta terra bendita.
Não menos motivador, e digo-o sem qualquer ironia, são os insultos anónimos “alguns pouco anónimos” que constantemente são dirigidos ao Blogue e a quem o serve. A par destes coloco as depreciações descabidas, curiosamente tantas vezes vindas de quem não lhes é conhecida tampouco competência para consultar a caixa de mensagens no telemóvel, muito menos para aceder a este espaço. Para esses que devido à ausência das faculdades necessárias para formar opinião própria aguardam-na de outros para se pronunciarem, e como lhes é ditada uma avaliação por quem em vez de analisar um projecto pela sua qualidade e utilidade fazem-no em função de quem está por trás dele, fico com a satisfação de constatar que, apesar de ruidosos, são poucos e fáceis de notar. A sua revelação apenas vem demonstrar a tenuidade da linha que separa o ridículo do sensato.
Nesta data vou pela primeira e única vez dirigir algumas palavras aqueles que cobardemente se escondem, ou tentam esconder, por trás da cortina do anonimato para me insultar estendendo por vezes esses ataques a outras pessoas que partilham comigo o orgulho de pertencer a Porto d’Ave onde se inclui todo o seu Património criado e enriquecido ao longo de séculos. Aceitem um conselho e protejam melhor a vossa identidade tendo atenção que a conta google esteja fechada antes de enviarem os comentários. Só dessa forma serão realmente anónimos, permanecendo cobardes obviamente.
Criei também este espaço acreditando que ele pudesse contribuir para o melhor funcionamento das nossas instituições recolhendo opiniões em diversas áreas, mas esse objectivo não foi conseguido. Escrever em vez de falar seria incómodo para alguns, pois não seria fácil inverter um discurso com a facilidade tantas vezes constatada. Segundo recentes revelações, muitos há que optam por outro tipo de órgãos de comunicação onde durante as tardes e noites vão dando e escutando opiniões em que o sentido das mesmas tantas vezes muda conforme quem entra ou sai. Durante este ano em que administrei este espaço tornei-me mais conhecedor da comunidade em que estou inserido e não deixo de me surpreender com invulgares posições de pessoas, algumas que até se apresentam impecavelmente vincadas, deslumbre que se desmorona quando dão uso à palavra.
Registar os acontecimentos mais marcantes na vida das instituições e pessoas que representam e elevam o nome da nossa terra foi outro importante proposto de que me incumbi há um ano. Tenho consciência nem tudo que era merecedor de relevância ficou aqui registado. Além da falta de disponibilidade para estar presente em algumas ocasiões, outras houve em que me deparei com as portas fechadas. No entanto, dentro duma área que por direito me é acessível nunca deixei de registar alguns acontecimentos apesar das barreiras estranhamente erguidas.
Estou orgulhoso daquilo que criei e não tenho dúvidas que Porto d’Ave precisa dum espaço não como este mas muito mais abrangente, mas para isso será necessário um trabalho de equipa. Não que isso signifique que eu tenha estado sozinho neste barco, pois desde a primeira hora que este blogue dependeu da colaboração de alguns amigos. A esses dirijo as últimas palavras deste post: Muito Obrigado.
Tília Maior
Benjamins do Porto d'Ave Lideram Campeonato

A equipa mais jovem do Grupo Desportivo de Porto d’Ave realizou na manhã de hoje uma partida no nosso Parque de Jogos referente à segunda jornada do campeonato. Depois duma vitória no jogo inaugural os nossos Benjamins, antes denominados Escolinhas, tiveram pela frente a equipa de Barco Academia que também levaram de vencido.
Com idades entre os oito e dez anos, estes jovens jogadores já sentem o peso da camisola axadrezada que demonstram um enorme orgulho em vestir. Disciplina, Alegria, Vontade de Vencer e uma Grande União são características que saltaram à vista de quem acompanha a esta equipa.
A estratégia transportada para dentro das quatro linhas é transmitida pelo Mister Rique Maia, um treinador que contabiliza quase duas décadas ligado ao futebol e conta com a colaboração de Rafael Carvalho que apesar de ser ainda bastante jovem demonstra enorme sentido de responsabilidade. Desta forma estes miúdos começam a dar os primeiros toques na bola sob a orientação duma dupla competente e detentora dos valores indispensáveis para o exercício de tão exigentes funções. Além da equipa técnica, estes jogadores são acompanhados durante as actividades da semana pelos directores Filipe Silva e José Filipe Vale.
E como não podia deixar de ser, também os pais e outros familiares marcam presença sempre que podem e são a verdadeira “torcida” que lhes transmite a força e determinação necessária para que os objectivos traçados sejam alcançados. No fundo, todos juntos são Equipa.
Num plantel constituído por mais de duas dezenas de crianças que trabalham durante a semana para merecer a confiança do “Mister”, e como a convocatória para cada partida não pode ultrapassar doze jogadores sendo que desses apenas sete podem alinhar de cada vez, directores e equipa técnica tem a difícil missão de gerir as mais diversificadas emoções na véspera e durante cada jogo. Nenhum merece ficar de fora, mas as regras exigem que quase metade do plantel não conste na ficha de cada jogo. Apesar disso, todos vão tendo oportunidades ao longo da época para demonstrar o seu potencial.
Além dos jogadores inscritos na Associação de Futebol de Braga, os responsáveis por este escalão tem nas suas fileiras mais quatro crianças ainda mais jovens que não estando federados também já fazem parte da grande Família Portodavense. Quando se pergunta o que querem ser quando forem grandes a resposta é a mesma em todos: Jogador de Futebol, e se já o são ainda em pequenos porque não manter o sonho. No entanto, não se conhece até hoje um único caso dum futuro risonho num futebolista profissional sem que o êxito dentro das quatro linhas caminhasse a par doutro muito mais importante que é o o aproveitamento na escola e em todas as actividades formadoras do ser humano. Essa é que tem que continuar a ser a grande prioridade e por enquanto a bola deverá servir apenas para se divertirem sem estarem obcecados pelas vitórias.
As chaves das redes da baliza são confiadas ao guardião Rodrigo e entre voar, saltar ou rastejar, não olha a preferências para levar a melhor no difícil duelo que trava com os avançados adversários.
Bruno, Luís, Nuno, Abel Folha, Luís Maia e Mara foram os seis jogadores de campo escolhidos para actuar de início mas nenhum dos que se estavam sentados no banco de suplentes regressou aos balneários com as chuteiras limpas, e com as substituições que foram decorrendo durante os cinquenta minutos de jogo, também Leandro, João, Rodrigo Araújo, Francisco e Marcelo alinharam nesta partida. Todos juntos presentearam uma numerosa plateia com um grande espectáculo de futebol não só pela classe demonstrada mas sobretudo pela determinação na conquista dos três pontos que só parou com o som do apito final. 
Com a partida terminada, estes jogadores não se esqueceram do público retribuindo o apoio que receberam com um gratificante gesto. 
E não sendo o principal objectivo neste escalão, também importa dizer que no final o placar fazia jus ao que se passou dentro das quatro linhas e anunciava uma vitória do Porto d’Ave pela expressiva vantagem de seis a um. Os golos do Porto d’Ave foram apontados por Luís Maia e Abel Folha que bisaram na partida e também Mara com o golo inaugural e Marcelo a fechar a contagem fizeram o gosto ao pé.
A estes miúdos que honram a camisola do Porto d’Ave e à equipa técnica e directores que os acompanham, a administração do blogue envia-lhes os parabéns pelo excelente trabalho desenvolvido.

"O que se faz agora com as crianças é o que elas farão depois com a sociedade."
( Karl Mannheim )
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
domingo, 31 de outubro de 2010
Porto d'Ave abre caminho para seguir na Taça

Depois de dois dias de intenso Inverno que chegou logo que o Verão disse adeus, visto que no presente ano Portugal trocou o Outono por um segundo aumento de impostos, a tarde de hoje embora cinzenta ofereceu condições para a realização dum jogo de futebol, e o Porto d’Ave defrontou em casa a equipa de Cabreiros que milita na segunda divisão distrital num jogo referente à primeira mão da segunda eliminatória da Taça da Associação de Futebol de Braga.
O Porto d’Ave entrou decidido apagar uma imagem menos conseguida na partida anterior, e logo no primeiro minuto esteve perto de inaugurar o marcador através de Pivas. Ao quinto minuto foi a vez de Pimenta assustar o guardião adversário ao enviar a bola ao poste. Mas no segundo quarto de hora da primeira parte a pontaria dos nossos jogadores ficou mais afinada e enviaram por quatro vezes a bola para o fundo da baliza. Um bis de Pesca, um golo de Pimenta e outro de Carlinhos colocaram o placar em quatro a zero à passagem da meia hora, resultado que não sofreu alterações até ao intervalo.
Na segunda parte e equipa forasteira entrou com outra postura e conseguiu reduzir a desvantagem com um golo obtido através dum livre e passados dez minutos Pimenta voltava a fazer o gosto ao pé fixando o resultado em cinco a um. 
As oportunidades continuaram a surgir para ambos os lados sendo facilmente visível superioridade dos nossos jogadores que realizaram uma excelente partida apesar das condições do terreno estarem longe de ser as adequadas para a prática de futebol. 
O jogo terminou com uma vantagem considerável para o Porto d’Ave, mas esta eliminatória ainda vai no intervalo. No entanto estamos confiantes que no final dos noventa minutos que faltam jogar em Cabreiros o nosso passaporte receberá o carimbo para seguir em frente na prova e manter vivo o velho sonho de marcar presença numa final da Taça da Associação de Futebol de Braga.
Quando o desafio terminou estava a Noite das Bruxas à porta, mas desta vez elas revelaram-se ainda de dia. Estávamos no início da tarde quando se apresentaram no nosso Parque de Jogos. Ninguém notou que eram “elas” porque estavam disfarçadas. Em vez utilizarem uma vassoura voadora como meio de transporte chegaram numa Mercedes escura e substituíram os tradicionais chapéus altos e vestidos compridos por equipamentos amarelos com um emblema da Associação de Futebol de Braga ao peito, mas o som dum apito mágico e algumas coreografias com umas bandeirolas denunciaram a sua presença. Houve quem escutasse dentro do balneário gritos numa linguagem desconhecida, sendo possível decifrar algumas palavras como caldeirão ou asa de morcego em pó. Desconheço essas bizarras receitas, mas o que é certo é que um estranho cozinhado foi transportado para dentro das quatro linhas fazendo desaparecer e aparecer regras de futebol perante atletas e adeptos de ambas equipas que assistiam boquiabertos a todo aquele espectáculo sombrio e paranormal. Eu também era dos que não acreditava, mas hoje vi com os meus olhos. Que as há…há!
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
Primeira Derrota da Época em Casa


A partida tal como se previa começava equilibrada, mas o minuto quinze ditou o sentido desta crónica. Pesca em excelente situação para inaugurar o marcador envia a bola por cima da barra e no contra-ataque do adversário o mesmo atleta acompanha a jogada e origina o lance do penalty com que o Martim abriu o placar. Uma falta prontamente assinalada pelo árbitro da partida mas que deixou muitas dúvidas arrancando um coro de protestos da bancada. Na segunda vez que a bola rondou a baliza de Abreu volta a parar no fundo das redes através dum canto que foi precedido de posição irregular. Dois a zero para os forasteiros á passagem da meia hora.

A menos de dez minutos para o intervalo, Pimenta aponta um livre que deixou o guardião adversário com a mãos a arder ao desviar a bola para canto e de seguida foi a vez de Abreu evitar o terceiro do Martim com uma grande intervenção.

Na segunda parte o central Daniel fica no balneário e Bife entra para o ataque, mas as oportunidades para reduzir a desvantagem continuavam a não surgir e foi a equipa do Martim que conseguiu fazer o terceiro ao minuto doze. Apesar da vantagem confortável do nosso adversário, eram os jogadores de preto que continuavam a criar as melhores situaçoes de golo, obrigando o guardião Abreu a duas intervenções aos minutos vinte e vinte e dois.

O golo que relançaria o jogo só surgiu ao minuto quarenta através de Pimenta, mas os ponteiros do relógio tiravam discernimento aos nossos jogadores, e até ao apito final o resultado não sofreu alterações.

Os nossos jogadores tudo fizeram para não abandonar as quatro linhas sem pontuar perante o seu público, mas o adversário realizou uma excelente partida de futebol e venceu com toda a justiça. No entanto, se não fossem alguns erros do trio da arbitragem nomeadamente nos lances que ditaram os dois golos da primeira parte, a história deste jogo poderia ser outra.
sábado, 16 de outubro de 2010
Derrota com uma arbitragem escandalosa


Na primeira parte foi a equipa da casa quem criou as melhores oportunidades, mas as defesas de Abreu aos minutos catorze, quinze, quarenta e quarenta e cinco evitaram o golo. O Porto d'Ave menos rematador neste período, entrou por várias vezes na grande-área, mas os jogadores que ocupavam o sector defensivo do Polvoreira não olhavam a regras (porque sabiam que estavam isentos delas) e impediam os nossos avançados de abrir o placar com lances que deturpam a verdade desportiva. Desta forma o Porto d'Ave ia para intervalo com dois penaltys por marcar, um sobre Freitas ao sexto minuto e outro sobre pimenta aos dezassete num lance em que o guardião teria que ver a cartolina vermelha. Ainda ao minuto vinte e cinco a bola tinha parado no fundo da baliza do nosso adversário mas não foi considerado golo por suposto fora de jogo.
Na segunda parte, foi o Porto d'Ave quem tomou conta do jogo criando diversas oportunidades para marcar. A primeira foi logo aos três minutos através de Filipe Gonça que remata por cima da barra. Ao minuto dezoito Pivas e Daniel entraram para os lugares de Jaqques e Zé Beto, e a partir deste momento o jogo instalou-se à volta da baliza do guardião da casa. Um penalty ao minuto vinte e oito que ficou por assinalar e as oportunidades de Pesca e Pivas foram os lances com maior destaque neste período. E como se adivinhava o golo a qualquer momento, o árbitro da partida resolve pôr um travão no ascendente do Porto d'Ave e mostra a segunda cartolina amarela ao central Neves quando considera mão uma bola inofensiva ganha de peito ao meio campo. Passados dois minutos contra a corrente do jogo, o Polvoreira faz um golo no único remate efectuado à baliza de Abreu na segunda parte.
O Porto d'Ave mesmo em inferioridade numérica nunca baixou os braços e criou várias oportunidades até ao apito final, mas nos últimos dez minutos da partida quem mais suou a camisola foi o massagista da casa para assistir os pseudo-lesionados perante a passividade do árbitro da partida.
Mas o lance mais vergonhoso ainda estava para acontecer. Já em período de descontos, Raul é derrubado na zona de penalty num lance em que o tal do apito viu, pois foi uma falta escancarada mesmo à sua frente mas àquela hora seria complicado assinalar uma vez que em caso de golo já não dava tempo para recolocar o Polvoreira em vantagem, e mesmo perante a evidência da falta a dois metros do lugar onde se encontrava, faz gestos ao nosso jogador para se levantar sem assinalar o castigo máximo. Comprometido sem dúvida alguma. E assim o Porto d'Ave abandonou a partida não com três pontos perdidos, mas sim com três pontos roubados. 








