
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
Primeira Derrota da Época em Casa


A partida tal como se previa começava equilibrada, mas o minuto quinze ditou o sentido desta crónica. Pesca em excelente situação para inaugurar o marcador envia a bola por cima da barra e no contra-ataque do adversário o mesmo atleta acompanha a jogada e origina o lance do penalty com que o Martim abriu o placar. Uma falta prontamente assinalada pelo árbitro da partida mas que deixou muitas dúvidas arrancando um coro de protestos da bancada. Na segunda vez que a bola rondou a baliza de Abreu volta a parar no fundo das redes através dum canto que foi precedido de posição irregular. Dois a zero para os forasteiros á passagem da meia hora.

A menos de dez minutos para o intervalo, Pimenta aponta um livre que deixou o guardião adversário com a mãos a arder ao desviar a bola para canto e de seguida foi a vez de Abreu evitar o terceiro do Martim com uma grande intervenção.

Na segunda parte o central Daniel fica no balneário e Bife entra para o ataque, mas as oportunidades para reduzir a desvantagem continuavam a não surgir e foi a equipa do Martim que conseguiu fazer o terceiro ao minuto doze. Apesar da vantagem confortável do nosso adversário, eram os jogadores de preto que continuavam a criar as melhores situaçoes de golo, obrigando o guardião Abreu a duas intervenções aos minutos vinte e vinte e dois.

O golo que relançaria o jogo só surgiu ao minuto quarenta através de Pimenta, mas os ponteiros do relógio tiravam discernimento aos nossos jogadores, e até ao apito final o resultado não sofreu alterações.

Os nossos jogadores tudo fizeram para não abandonar as quatro linhas sem pontuar perante o seu público, mas o adversário realizou uma excelente partida de futebol e venceu com toda a justiça. No entanto, se não fossem alguns erros do trio da arbitragem nomeadamente nos lances que ditaram os dois golos da primeira parte, a história deste jogo poderia ser outra.
sábado, 16 de outubro de 2010
Derrota com uma arbitragem escandalosa


Na primeira parte foi a equipa da casa quem criou as melhores oportunidades, mas as defesas de Abreu aos minutos catorze, quinze, quarenta e quarenta e cinco evitaram o golo. O Porto d'Ave menos rematador neste período, entrou por várias vezes na grande-área, mas os jogadores que ocupavam o sector defensivo do Polvoreira não olhavam a regras (porque sabiam que estavam isentos delas) e impediam os nossos avançados de abrir o placar com lances que deturpam a verdade desportiva. Desta forma o Porto d'Ave ia para intervalo com dois penaltys por marcar, um sobre Freitas ao sexto minuto e outro sobre pimenta aos dezassete num lance em que o guardião teria que ver a cartolina vermelha. Ainda ao minuto vinte e cinco a bola tinha parado no fundo da baliza do nosso adversário mas não foi considerado golo por suposto fora de jogo.
Na segunda parte, foi o Porto d'Ave quem tomou conta do jogo criando diversas oportunidades para marcar. A primeira foi logo aos três minutos através de Filipe Gonça que remata por cima da barra. Ao minuto dezoito Pivas e Daniel entraram para os lugares de Jaqques e Zé Beto, e a partir deste momento o jogo instalou-se à volta da baliza do guardião da casa. Um penalty ao minuto vinte e oito que ficou por assinalar e as oportunidades de Pesca e Pivas foram os lances com maior destaque neste período. E como se adivinhava o golo a qualquer momento, o árbitro da partida resolve pôr um travão no ascendente do Porto d'Ave e mostra a segunda cartolina amarela ao central Neves quando considera mão uma bola inofensiva ganha de peito ao meio campo. Passados dois minutos contra a corrente do jogo, o Polvoreira faz um golo no único remate efectuado à baliza de Abreu na segunda parte.
O Porto d'Ave mesmo em inferioridade numérica nunca baixou os braços e criou várias oportunidades até ao apito final, mas nos últimos dez minutos da partida quem mais suou a camisola foi o massagista da casa para assistir os pseudo-lesionados perante a passividade do árbitro da partida.
Mas o lance mais vergonhoso ainda estava para acontecer. Já em período de descontos, Raul é derrubado na zona de penalty num lance em que o tal do apito viu, pois foi uma falta escancarada mesmo à sua frente mas àquela hora seria complicado assinalar uma vez que em caso de golo já não dava tempo para recolocar o Polvoreira em vantagem, e mesmo perante a evidência da falta a dois metros do lugar onde se encontrava, faz gestos ao nosso jogador para se levantar sem assinalar o castigo máximo. Comprometido sem dúvida alguma. E assim o Porto d'Ave abandonou a partida não com três pontos perdidos, mas sim com três pontos roubados. 
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Vamos Apoiar o Porto d'Ave
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Pesadelo de 33 mineiros chilenos perto do fim
Trinta e três mineiros chilenos estão há mais de dois meses presos numa mina de ouro e cobre quase setecentos metros abaixo da superfície. Durante todo este período demonstraram ser dotados de uma grande coragem e nunca perderam a esperança num final feliz. O actual momento é de enorme ansiedade, pois o fim de todo esse pesadelo poderá estar próximo. O processo para os salvar é muito delicado e o seu êxito depende de várias operações levadas a cabo por especialistas em áreas como engenharia e psicologia onde até hoje foram superadas as melhores expectativas. Além da ciência e tecnologia estes homens contam com a sempre indispensável ajuda de DEUS. Que Nossa Senhora do Porto d’Ave ilumine as próximas horas destes heróis até que todos estejam no aconchego das suas famílias.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Peregrino Francês em Porto d'Ave

O Santuário de Nossa Senhora do Porto d’Ave acolheu no primeiro fim de semana de Outubro um Peregrino francês que vem percorrendo milhares de kilómetros a pé visitando vários Santuários espalhados por toda a Europa. Além da ajuda de DEUS conta com a mão amiga daqueles por onde passa para se instalar e alimentar. De Jerusalém a Fátima vai visitando os mais simbólicos lugares de peregrinação como Santiago de Compostela, a sua anterior paragem, e agora dirige-se para Fátima. Mas o seu percurso nunca ficaria completo se não fizesse um desvio por um dos Bastiões da Fé e Devoção à Virgem Maria sem deixar de se deliciar com toda a riqueza arquitectónica, paisagística e cultural que o nosso Santuário tem para oferecer. Para nós, é motivo de congratulação constatar que chega tão longe a mensagem do Milagre de Nossa Senhora do Porto d’Ave que há quase três séculos atrai milhares de devotos todos anos.
domingo, 10 de outubro de 2010
Porto d'Ave soma 10 pontos no dia 10-10-2010


Os primeiros vinte minutos decorreram com algumas cautelas e só a meio da primeira parte é que assistimos ao primeiro remate com perigo, através de Pimenta que tentou a sorte de longe na marcação dum livre em que vê a bola passar a poucos centímetros por cima da barra. Freitas no minuto seguinte aparece em boa posição pelo lado esquerdo e remata ao lado.

Nos últimos quinze minutos da primeira parte, a bola instalou-se junto à baliza do Pevidem mas teimava em não entrar. De várias oportunidades criadas há duas que merecem destaque. Cabreira ao minuto trinta faz um cabeceamento com selo de golo, mas o guardião do Pevidem adia a festa com a primeira grande intervenção e em cima do intervalo Zé Beto é derrubado na zona de penalty que o árbitro da partida assinala prontamente, e Pimenta chamado a converter remata junto ao poste, mas o guardião adivinhou o lance e desvia para canto uma bola que parecia estar fora do seu alcance.

A segunda parte começa com ambas as equipas à procura do golo. Primeiro o guardião do Pevidem intercepta um cruzamento que levava muito perigo e de seguida foi a vez de Abreu desviar por cima da barra um potente remate. Ao décimo minuto a bancada pode finalmente festejar o golo que já tardava. Zé Beto faz uma excelente jogada pelo lado direito e cruza fora do alcance do guardião para uma zona onde estavam vários jogadores do Porto d'Ave e Leandro, com grande sentido de oportunidade não perdoou e abriu o placar.
Ao minuto vinte e três aconteceu um daqueles momentos pelos quais vale a pena pagar o preço dum bilhete para assistir a uma partida de futebol. Freitas junto à linha lateral remata com força e direcção e a bola só pára nas redes laterais na parte de dentro da baliza. Um hino ao futebol a sair do pé esquerdo do nosso numero dezassete. Após este lance o guardião do Pevidem teve que ser assistido porque tinha contraído um torcicolo. O caso não era para menos.

Mas o momento mais aplaudido da tarde ainda estava reservado para o minuto quarenta. Pivas, um jogador de dezassete ainda em formação nas escolas do Porto d'Ave, corre para uma bola que tinha sido colocada nas costas da defesa e com o guardião adiantado teve arte e engenho para fazer um chapéu com conta, peso e medida e fixa o placar em três a zero. Boa miúdo.

O Porto d'Ave venceu com toda a justiça uma partida que contou com uma arbitragem ainda jovem mas de elevado nível. De vez em quando também acontece, e os verdadeiros adeptos de futebol agradecem.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Vamos Apoiar o Porto d'Ave
domingo, 3 de outubro de 2010
Porto d'Ave vence em Nine.


Nos primeiros trinta minutos a partida decorreu sem grandes jogadas merecedoras de registo. Mesmo assim as melhores oportunidades pertenceram ao Porto d'Ave. Aos dez minutos de jogo, Freitas em boa posição para marcar dá um grande pontapé no vento e deixa a bola seguir o seu caminho. Ao minuto vinte foi a vez de Zé Beto tentar o golo, mas o remate saiu fraco e fácil para o guardião da casa. À passagem da meia hora, o perigo chega pela primeira vez à baliza de Abreu que tapou o caminho ao ex Portodavense Victor que em boa posição enviou a bola por cima da barra. Passados três minutos, Cabreira foi enorme ao evitar o golo do adversário sacudindo uma bola em cima da linha. O Porto d'Ave reagiu e na jogada seguinte Leandro remata e obriga o guardião da casa a aplicar-se desviando para canto.

Com o tempo regulamentar da primeira parte esgotado, Zé Beto sofre uma falta em zona muito perigosa e Pimenta é chamado a converter. E não o podia fazer de melhor forma. Quando a bola saiu do seu pé esquerdo já ninguém tinha dúvidas que só parava no fundo das redes. Um a Zero para o Porto d'Ave antes do chá.

No regresso dos balneários, os jogadores do Ninense tudo fizeram para alterar o rumo dos acontecimentos e obrigaram a equipa do Porto d'Ave a recuar, mas quando o perigo entrava na grande-área, as mãos de Abreu e a cabeça de Cabreira deixavam jogadores e adeptos da casa à beira dum ataque de nervos. E as melhores oportunidades acabaram mesmo por pertencer ao Porto d'Ave já em período de descontos. Bife e Freitas tiveram nos pés o golo da tranquilidade, mas estava escrito que iríamos sofrer até ao apito final.

Foi uma partida de futebol bem disputada e orientada por um trio de arbitragem que quase não se deu pela sua presença durante os noventa minutos. No final, adeptos das duas equipas eram unânimes em considerar este trio como a melhor equipa em campo. Quando assim é, o Futebol fica a ganhar.






