
Para os Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso o nosso Muito Obrigado.
A minha terra não é minha... Eu é que sou da minha terra.

Os nossos jogadores despediram-se da época 2009/2010 com uma vitória. Na recepção à equipa do Prado o Porto d’Ave conseguiu somar mais três pontos a avançar dois lugares na tabela terminando o campeonato em sétimo lugar.
Para este jogo a bancada vestiu-se de adeptos que não quiseram deixar de marcar presença na despedida de uma brilhante época que só por factores extra-futebol é que não fica ainda mais gravada na história do Porto d'Ave.
O jogo não começou muito emotivo, e os remates que iam surgindo nos minutos iniciais não representavam grande perigo para os guardiões. Aos doze minutos Pedrinho de longe numa bola dividida consegue o remate mas a bola passa ao lado do poste. Ao minuto vinte o Porto d’Ave tem a segunda tentativa para inaugurar o marcador numa jogada em que o árbitro deu lei da vantagem numa falta sobre Neves, mas a bola acaba sem perigo nas mãos do guardião. Ao minuto vinte e cinco, Freitas de longe tenta a sorte mas vê a bola sair por cima da barra. Só à passagem da meia hora é que assistimos a um remate de verdadeiro perigo, com Paulinho em boa posição dentro da área a enviar a bola por cima da baliza. Passados três minutos a defesa do Prado volta a tremer coma bola a rondar a baliza após um livre de Meira junto à linha de cabeceira. 
Mas o intervalo não chegou com o marcador em branco e a vantagem surge com toda a justiça ao minuto quarenta através de Manaus. O nosso numero nove não perdoou na primeira oportunidade que lhe surgiu e abre o placar colocando em delírio uma plateia raramente vista num jogo de futebol da regional.
Na segunda parte a equipa forasteira entra em campo determinada a discutir o resultado e consegue o empate aos quinze minutos com um golo obtido através dum canto. A
ntes da bola ser colocada no centro já estava preparada para entrar em campo a dupla que iria recuperar a vantagem. Vitinha e Xavier entram para os lugares de Daniel e Victor e passados sete minutos um passe tirado a régua e esquadro do médio a assistir o avançado que na cara do golo raramente perde um duelo e volta a colocar o Porto d'Ave em vantagem e a respectiva justiça no resultado. Não foi preciso esperar muito para assistir a duas oportunidades para aumentar a vantagem, ambas com Manaus a aparecer pelo lado direito e cruzar para a boca da baliza sem ninguém a aproveitar. Ao minuto trinta e cinco a equipa do Prado dispôs dum livre frontal à baliza de Clemente que segura a bola sem grandes dificuldades. Passados cinco minutos mais uma vez o nosso guardião foi posto à prova e nega o golo do empate com uma grande defesa como quem segurava o sétimo lugar. No contra-ataque desta jogada, Vitinha aparece isolado e é derrubado pelo guardião do Prado em zona de grande penalidade que ficou por assinalar. Ao minuto quarenta e dois Manaus envia a bola ao ângulo da baliza mas foi o guardião quem brilhou ao impedir a bancada de festejar um golo que parecia certo. Com a placa dos descontos levantada assistimos a mais uma grande oportunidade para matar o jogo, com Vitinha a assistir Manaus que na cara do guardião voltou a permitir a defesa. O apito final chegava pouco depois sem mais alterações no placar.
A delegar a equipa do Porto d'Ave nesta partida esteve a d
irectora Bela, que se pode dizer que é também uma bela directora. Este importante elemento da estrutura do nosso clube tem desempenhado as suas funções de forma briosa ao longo de várias temporadas e merece fazer parte da comitiva de encerramento da época. Já na época passada esta dedicada directora desempenhou as mesmas funções na última jornada e também aí a vitória foi alcançada. Parece que é uma experiência que vale a pena repetir. Parabéns Bela, que o teu exemplo sirva de incentivo a outros elementos do sexo feminino, pois o Porto d'Ave precisa de toda gente.
Apesar de estarem duas equipas com a garantia que na próxima época voltariam a militar nesta divisão, a disputa pelo triunfo fez-se sentir de parte a parte. O Porto d’Ave jogou com a mesma determinação a que nos habituou e venceu com toda a justiça e tal como na última época subiu dois lugares na última jornada do campeonato.




e estive a trabalhar directamente, os iniciados, e a avaliação do trabalho global do clube ao qual, com muita honra, hoje pertenço. Devo começar por referir que a minha entrada no clube se deu quase de uma forma acidental, imprevisível. No entanto, recebi com muito agrado o convite do presidente e devo confessar-me surpreendido por tudo aquilo que encontrei. Por dentro, as realidades tornam-se muito mais claras e verdadeiras no seu sentido. De fora tendemos a fazer avaliações contaminadas de preconceitos e pressupostos errados. A primeira conclusão a que chego é que, de facto, o GDPA é um clube diferente, mas que marca a sua diferença pelo genuíno, pelo amor ao clube, pelo orgulho que as pessoas sentem em chamar-se Porto D'ave. Para quem trabalha no clube é evidente esta faceta pois ela sente-se, respira-se, envolve-nos no dia-a-dia de trabalho. É o nosso alimento nas horas menos boas, na hora do insucesso.
Até ao ano...ou até um dia destes!"
21 de Maio de 2010 15:37
"Só se pode alcançar um grande êxito quando nos mantemos fieis a nós mesmos"
Friedrich Nietzsche

Na penúltima jornada do campeonato o Porto d’Ave vence com toda a justiça no difícil terreno do Louro e ultrapassa este adversário na tabela, e desta forma nenhuma aritmética conseguirá tirar o nome do nosso clube da Divisão de Honra na próxima época.
Foi na baliza da casa que surgiu pela primeira vez um lance com perigo, com Jaqques ao quinto minuto a ganhar de peito e rematar por cima da barra. A equipa do Louro reage e na resposta ganha uma grande penalidade que transforma no primeiro golo da partida. Os jogadores do Porto d’Ave sabiam que a vitória era possível e não baixaram os braços perante a desvantagem madrugadora. Aos nove minutos, Victor de cabeça envia a bola ao lado. Aos doze, Jaqques de longe remata para a primeira de muitas defesas do guardião do Louro. Minuto dezasseis, Neves também de longe ao lado. À passagem da meia hora, Vitinha faz um excelente trabalho pelo lado direito e cruza rasteiro com dois jogadores em boa posição para rematar, mas perante alguma cerimónia e a bola acaba nas mãos do guardião.
A cinco minutos do intervalo o Porto d’Ave dá a volta ao jogo. O golo do empate foi apontado por Victor que fez de Messi pelo lado esquerdo e depois de deixar para trás dois jogadores do Louro ainda longe da baliza remata com força e colocação uma bola que só parou no fundo das redes. Ainda não tinham terminado os festejos do primeiro, Vitinha depois de fazer gato-sapato dum adversário remata forte à barra e Neves muito oportuno aproveita o ricochete e faz o golo que valeu três pontos e a manutenção. Vantagem justa para o Porto d’Ave antes do chá.
No inicio da segunda parte, pela atitude dos nossos jogadores parecia que a vantagem pertencia ao adversário. No segundo minuto o guardião do Louro faz uma grande defesa negando o golo a Vitinha que remata com muito perigo após uma jogada iniciada por Neves. De seguida o perigo surgiu pelo lado esquerdo com Vitinha a obrigar a defesa a enviar a bola pela linha de cabeceira. Na conversão do canto a equipa da casa volta a sentir dificuldades para sacudir a bola da zona de perigo. Ao quinto minuto, Neves tira dois adversários do caminho dentro da área mas no momento do remate o guardião ganha o duelo. Aos dez minutos Vitinha após mais uma assistência de Neves remata por cima da barra. Com um quarto de hora jogado na segunda parte, também o guardião Clemente foi obrigado a uma grande intervenção na única oportunidade que o Louro criou para igualar o placar. Ao minuto vinte, Neves volta a fazer das suas e coloca a bola em Meira que remata forte e vê a bola novamente a passar por cima da baliza. Minuto trinta, Manaus acabado de entrar para o lugar de Freitas, recebe a bola junto aos adeptos do Porto d'Ave que já se preparavam para festejar o terceiro mas o guardião do Louro faz mais uma defesa como quem ainda está à espera duma chamada de Carlos Queirós.
Minuto trinta e dois, Paulinho marca um livre perto da linha de cabeceira e obriga o guardião a mais uma grande defesa enviando a bola ao poste, ficando muitas dúvidas neste lance se a bola não chegou a ultrapassar a linha de golo. Na sequência desta jogada a bola sobra para Ricardo que remata ao lado. Ao minuto quarenta acontece mais um duelo entre os dois melhores jogadores em campo, com o guardião da casa a negar novamente o golo a Neves com mais uma grande defesa. Passados dois minutos, o nosso numero seis abandona o campo debaixo dum grande aplauso e dá o lugar a Bruno. Até ao apito final os nossos jogadores continuaram a procurar o terceiro com o Louro rendido ao futebol praticado pelos nossos jogadores que dominaram a partida durante noventa minutos. A derrota pela margem mínima acaba por ser um prémio para a equipa da casa face ao que se passou dentro das quatro linhas. 
Com esta importante vitória os nossos jogadores garantiram a continuidade do Porto d’Ave na mais alta divisão de futebol distrital bracarense quando falta apenas uma jornada para terminar o campeonato. O nosso clube é um dos privilegiados com a despedida da época na sua própria casa. No próximo Domingo pelas dezasseis horas é dever de todos Portodavenses marcar presença no nosso Parque de Jogos para apoiar a equipa e ao mesmo tempo demonstrar a nossa gratidão pela forma como elevaram o Emblema do Porto d’Ave.
G. D. Porto d'Ave - 0
Vilaverdense F. C. - 0
O Porto d’Ave defrontou o Vilaverdense pela terceira vez na presente época. O primeiro encontro entre ambas as equipas terminou empatado a zero bolas mas está bem gravado na nossa memória o escandaloso penalty sobre Vitinha que ficou por assinalar ao minuto noventa. De seguida, um sorteio pouco claro ditou a nossa deslocação novamente ao recinto deste adversário para disputar a passagem às meias final da Taça da Associação de Futebol de Braga. Também aqui não assistimos a qualquer golo e a eliminatória foi decidida através da lotaria das grandes penalidades com a sorte a sorrir injustamente à equipa da casa. A partida de hoje realizou-se no nosso Parque de Jogos "ainda" sem o sintético e os nossos jogadores pelas ilações tiradas em ambos os desafios já disputados contra este adversário sabiam que a vitória estava ao seu alcance, mas só após o intervalo é que a procuraram verdadeiramente.
Numa tarde de Maio que teimava em ser Março o jogo na primeira parte estava como o tempo. Nos minutos iniciais surge a primeira contrariedade, com o médio Xavier a ter que abandonar a partida após um embate de cabeça com um adversário e Bruno foi o escolhido para ocupar o lugar.
O primeiro lance de perigo no jogo só aconteceu ao minuto vinte após um livre apontado por Paulinho pelo lado direito. Passados quatro minutos Vitinha na marcação dum canto coloca a bola novamente no pé esquerdo do nosso lateral que tenta o golo com um forte remate. À passagem da meia hora assistimos à maior oportunidade desperdiçada na primeira parte, com Zé Beto na pequena área a cabecear permitindo a defesa do guardião do Vilaverdense.
No regresso dos balneários os nossos jogadores entraram no rectângulo de jogo decididos a dar outro rumo à partida e foram incansáveis na procura dos três pontos. O perigo começou a rondar a baliza do Vilaverdense bem cedo com Jaqques e Meira a não se entender dentro da área deixando sair a bola pela linha de cabeceira. De seguida o guardião forasteiro desvia para canto uma bola com sentido de golo que saiu do pé de Vitinha na marcação dum livre. Ao décimo minuto também Paulinho esteve perto de abrir o placar mas vê a bola a passar ao lado. Minuto doze, Neves de cabeça envia a bola por cima e de seguida o mesmo jogador faz tremer a baliza pela primeira vez enviando a bola ao poste. Minuto vinte, Vitinha corre com a bola e remata para mais uma defesa do guardião. Minuto vinte e cinco, Bruno marca um canto e vê a bola atravessar a pequena área e sai pela linha de cabeceira sem ninguém lhe tocar. Com meia hora decorrida a baliza treme novamente, desta vez com Daniel a enviar a bola à trave após mais um canto apontado por Bruno. Com a placa dos descontos levantada assistimos a mais um remate com perigo que saiu do pé direito de Bruno.
O Porto d’Ave criou várias oportunidades para marcar e relativamente ao Vilaverdense não há nenhuma a registar mas tal como nas outras partidas que realizamos esta época com este adversário o placar manteve-se injustamente a zero até ao apito final.
A equipa de arbitragem teve uma prestação positiva.
Este jogo fica também marcado pela chamada de dois Juniores, Nelson e Caló, alinhando ambos na segunda parte com uma prestação muito positiva. Este foi um prémio justo para estes jogadores que tal como outros do seu escalão tem dado provas que podem dar o seu contributo à equipa principal. Parabéns miúdos. 
Na próxima jornada deslocamos-nos ao concelho de Famalicão para defrontar o Louro, uma equipa que se encontra com mais um ponto que o Porto d’Ave. Este adversário tem vindo a fazer o campeonato colado a nós e na primeira volta quando os defrontamos no nosso recinto a diferença pontual era a mesma dessa vez com o Porto d’Ave
A conquista de três pontos neste recinto será importante para colocar o nome do Porto d’Ave na primeira metade da tabela classificativa, embora nesta altura podessemos estar a falar de outros objectivos se não fossem os obstáculos extra futebol que a nossa equipa tem enfrentado e que vagamente temos dado conta neste espaço.
Vamos todos acompanhar a nossa equipa na última deslocação ao recinto de um adversário no presente campeonato e todos juntos tornaremos mais fácil a tarefa dos nossos jogadores.