Aos vinte e oito de Março pelas dezassete horas e cinco minutos do presente ano vinha ao mundo o Pedro Miguel Baptista Silva. Nesse momento o Porto d’Ave defrontava o Taipas e vencia por uma bola a zero. Este novo Portodavense é neto do senhor Agostinho Baptista e é o mais recente sócio do nosso clube. A equipa deste blog endereça os parabéns aos seus pais e “babados” avós e pede a DEUS que lhe dê uma longa vida e com muita saúde, e desta forma estará garantida a longevidade do Grupo Desportivo de Porto d’Ave.
O Porto d’Ave foi afastado da Taça da Associação de Futebol de Braga ao perder em Vila Verde na lotaria das grandes penalidades. A atitude da nossa equipa voltou a ser muito positiva e apesar da ausência da dupla que habitualmente alinha no ataque, os jogadores chamados pelo Mister João Fernando para este jogo foram enormes durante cento e vinte minutos e não mereciam abandonar aquele recinto desportivo sem o passaporte carimbado para as meias finais da competição.
O Porto d’Ave foi a primeira equipa a criar perigo, aos doze minutos em que o poste da baliza fica a tremer após um livre apontado por Meira. De seguida os nossos jogadores em três cantos seguidos colocaram a defensiva do Vilaverdense num autêntico sufoco, sendo dois apontados por Paulinho que tentou enfiar a bola directamente na baliza. Ao minuto vinte e cinco também Victor assusta o guardião da casa, num remate de longe que passa um palmo por cima da barra.
Na segunda parte volta a ser o Victor a tentar surpreender o guardião, com um remate de longe que foi interceptado por um defesa que desvia a bola pela linha de cabeceira. Na sequência desta jogada o Porto d’Ave volta a beneficiar de três cantos seguidos e o perigo era uma constante na baliza da casa. Ao minuto doze Meira pára a bola de peito, remata à meia volta e vê a bola a passar rente ao poste. Passados cinco minutos Jaqques entra na área pelo lado esquerdo e remata às malhas laterais. A maior oportunidade para abrir ao placar aconteceu ao minuto vinte e cinco, com Neves a acertar mal na bola quando estava na cara do golo. A dez minutos dos noventa, Victor remata mais uma vez de longe mas a bola volta a passar por cima da barra. Ao minuto quarenta Paulinho faz a última tentativa para marcar de canto directo, e a defesa do Vilaverdense com enormes dificuldades volta a levar a melhor.
Com a equipa da casa não arriscar e o Porto d’Ave a não concretizar o jogo foi para prolongamento.
Neste período foi a vez do Vilaverdense também assustar Clemente que teve duas grandes intervenções ainda nos primeiros quinze minutos. Primeiro desvia para canto após um cabeceamento já na pequena área, naquela que foi a defesa da tarde e de seguida nega novamente o golo com mais uma grande defesa, num livre (inexistente) e ainda vê a bola a bater no poste. Desta forma o nosso guardião não evitou apenas o golo mas também o canto. Na segunda parte do tempo suplementar ambas as equipas arriscaram menos e a eliminatória foi decidida pela marcação das grandes penalidades.
E foi aqui que o Porto d’Ave se despediu desta competição, com o Vilaverdense a não desperdiçar e da parte dos nossos jogadores apenas o central Ricardo permitiu a defesa do guardião da casa. Ouviram-se vozes na bancada que diziam “no melhor pano cai a nódoa”. É bem verdade, este jogador foi enorme durante toda a partida e não só. Nos últimos seis dias o Porto d’Ave realizou três partidas contra emblemas que outrora tiveram nomes mais sonantes que o nosso. As últimas duas tiveram prolongamento e o nosso central foi utilizado em cada minuto a jogar sempre a um nível elevado. Ninguém com a camisola do Porto d'Ave merecia abandonar aquele relvado sem a vitória, e este jogador foi sem dúvida quem mais remou para a conquistar.
Saímos de cabeça levantada e temos ainda uma caminhada a percorrer até ao final da época. Obrigado equipa pela forma como estão a dignificar a camisola do Porto d'Ave.
Também a equipa de arbitragem realizou um trabalho muito positivo. Apenas um erro já no prolongamento não mancha o trabalho de duas horas. Estiveram à altura das exigências do desafio dignificando a arbitragem e o futebol em geral, por isso estão de parabéns.
Uma nota especial para o jovem Daniel Pereira, um jogador da formação que integrou a comitiva para este desafio. Com três avançados que por lesão ou castigo não podiam dar o contributo à equipa, o Mister João Fernando recorreu aos juniores e convocou um jovem já com longos anos com a camisola do Porto d’Ave vestida e quase uma centena de golos marcados ao serviço do seu clube de sempre. Entretanto Zé Beto recuperou da lesão que foi alvo na última quarta-feira e o júnior Daniel Pereira acabou por não fazer parte dos dezoito escolhidos. É com talento mas também com trabalho e humildade que se fazem jogadores à Porto d’Ave e o Daniel é um exemplo da boa formação que se faz no nosso clube, pois tem sabido ultrapassar várias barreiras e juntamente com outrosda sua geração vai dado passos certos rumo à equipa principal. Parabéns Daniel, isto é um prémio merecido e é também motivo de orgulho para todos os elementos da tua equipa que se identificam com a tua forma de estar no Porto d’Ave.
“consulte não os seus medos mas as suas esperanças e sonhos. Pense não sobre as suas frustrações, mas sobre o seu potencial não usado. Preocupe-se não com aquilo que você tentou e falhou, mas com aquilo que você ainda é capaz de fazer”
A nossa equipa de Futsal Feminino venceu a equipa de Ribeirão por uma bola a zero.O único golo do desafio foi apontado pela Bi.
O jogo decorreu no Pavilhão da Secundária mas a hora não foi a habitual por razões que não são novas e desta forma coincidiu com um importante desafio da equipa sénior relativo ao quartos de final da Taça da Associação de Futebol de Braga que se realizou em Vila Verde contra a equipa local. Desta forma os adeptos do Porto d’Ave foram impedidos de acompanhar as duas equipas, situação que não aconteceria se não fosse, enfim… uma história que já não é nova.
A administração do blog vem por este meio informar que o artigo postado a um de Abril se trata de uma brincadeira alusiva ao dia das mentiras. Portanto, a parte que diz que o Clemente está lesionado e será a Rita a ocupar a baliza do Porto d'Ave no jogo dos quartos de final da Taça que se realiza hoje em Vila Verde é mentira. Quanto ao resto, em que diz que a baliza ficaria segura com esta guardiã é inteiramente verdade.
Mais um contratempo para a deslocação ao terreno do Vilaverdense. Alem da lesão de Zé Beto e as expulsões de Vitinha e Manaus, também o guardião Clemente não poderá ser opção no próximo Sábado. Como se não bastasse a lenta recuperação de Pedroto que está ainda longe de poder ocupar a baliza, também Clemente se ressentiu da lesão que o impediu de alinhar em algumas jornadas na primeira volta e nenhum dos guardiões do plantel sénior poderá dar o contributo à equipa no próximo Sábado em que temos mais uma eliminatória da Taça a disputar em Vila Verde.
Mas já diz o ditado que para grandes males grandes remédios e a solução foi encontrada na equipa de Futsal Feminino. As exibições da guardiã Rita não passaram despercebidas à equipa técnica do escalão principal que irá recorrer aos seus serviços no jogo dos quartos de final da Taça. A professora Ana Fernandes, treinadora da modalidade onde a Rita está inserida disponibilizou-se prontamente a ceder a atleta, colocando os interesses da colectividade em primeiro lugar.
Esta situação não é de todo nova, e já na semana que antecedeu a deslocação a Silvares no inicio da segunda volta do campeonato em que também ambos os guarda-redes estavam lesionados, tendo sido efectuado nessa altura um pedido à Associação de Futebol de Braga para a utilização do mesmo elemento do Futsal Feminino. A resposta do órgão que gere o futebol distrital foi positiva, mas entretanto o guardião Clemente recuperou e alinhou nessa partida, ficando assim adiada a estreia da Rita na equipa principal. Quis o destino que essa estreia fosse numa partida de extrema importância uma vez que o jogo do próximo Sábado é referente aos quartos de final da Taça da Associação de Futebol de Braga, um jogo a eliminar e ainda com a possibilidade de ser decidido através de grandes penalidades.
No treino de hoje á noite no nosso Parque de Jogos a atleta já irá integrar o grupo de trabalho e deverá fazer treino especifico com o Mister Moreira durante o dia de amanhã, porque apesar de se tratar de uma guardiã dotada de reflexos e elasticidade surpreendentes existem questões tácticas no futebol de onze que deverá praticar para não ser surpreendida. Também o lesionado Clemente mesmo impedido de alinhar deverá integrar a comitiva deste jogo e ocupar um dos lugares no banco de suplentes para dar indicações à guardiã relativamente à colocação em lances de bola parada.
A equipa do blog tem acompanhado o percurso da equipa de Futsal Feminino na presente época e deixamos aqui uma mensagem de confiança a todos adeptos, pois estamos certos que a Rita irá estar á altura da situação e não será na baliza do Porto d’Ave que o Vilaverdense irá encontrar facilidades para chegar ás meias finais da competição.
O Porto d’Ave confirmou o favoritismo no jogo referente aos oitavos de final da Taça da Associação de Futebol de Braga e venceu sem dificuldades o Terras de Bouro numa partida que só teve um sentido. Depois do desgaste na última jornada em que os nossos jogadores realizaram uma grande exibição frente ao Taipas, com apenas dois dias de descanso votaram a entrar em campo equipados de vontade de vencer e carimbaram a passagem aos quartos de final da competição.
O placar podia ter sido aberto bem cedo mas a falta de pontaria adiou o golo quase até ao intervalo. Aos quatro minutos Zé Beto falha em frente ao guardião na primeira grande oportunidade para o Porto d'Ave. Este jogador pouco mais tempo esteve em campo, saindo lesionado após uma entrada violenta que o árbitro não quis ver., ficando uma falta por assinalar e um cartão vermelho por mostrar. Passados cinco minutos o perigo volta a rondar a baliza do Terras de Bouro num cabeceamento de Luís Manuel, mas a bola pára nas mãos do guardião forasteiro. Ao minuto onze o fiscal de linha escorrega e arranca uma grande gargalhada naquele que foi o primeiro sinal de embriaguês que este sujeito demonstrou na partida. Ao minuto vinte a bancada preparava-se novamente para festejar mas a bola passa rente ao poste num remate de Neves. Adivinhava-se o golo a qualquer momento, mas foi preciso esperar até ao minuto quarenta e cinco para ver a bola no fundo da baliza, num livre de Paulinho que ainda contou com a tabela dum defesa.
Na segunda parte a equipa de Terras de Bouro continuava a ver jogar e as oportunidades eram todas dos nossos jogadores. O golo esteve nos pés de Vitinha por duas vezes. Perto da meia hora a envia a bola à trave na marcação dum livre e ao minuto quarenta volta a estar em boa posição para arrumar com a eliminatória mas remata rente ao poste. O Porto d’Ave desperdiçava e o inesperado aconteceu aos noventa minutos em que o único remate do nosso adversário leva o jogo para prolongamento.
Ninguém contava que numa partida em que só uma equipa estava a jogar fosse necessário o desempate no período suplementar, nem mesmo o adversário que nesta fase não conseguiu dar mais de dois toques seguidos na bola, e os golos da vitória surgiram com naturalidade. O dois a um foi apontado por Victor que finalizou da melhor forma uma excelente jogada e o terceiro foi apontado pelo Manaus. Pelo meio assistimos a várias oportunidades que podiam dar um resultado muito mais expressivo num jogo de tal forma desnivelado que parecia que estavam em campo equipas de divisões muito mais afastadas.
Mas o nosso adversário não aceitou da melhor forma a humilhação de que estavam a ser alvo e começaram a expressar a frustração através duma covarde violência. Por sua vez, a equipa de arbitragem ao aperceber-se que era o Porto d’Ave que ia seguir em frente na prova começa a preparar o terreno para o Vilaverdense e não só permitiu entradas à margem das regras de futebol sobre os nossos jogadores como também expulsou nos últimos momentos os dois avançados normalmente utilizados pelo treinador João Fernando. E desta forma o Porto d’Ave vê-se privado de Zé Beto, Vitinha e Manaus para o jogo dos quartos de final da Taça da Associação de Futebol de Braga que o sorteio (ou lá o que foi aquilo) ditou que se realize em Vila Verde.
31 de Março pelas 20,30 horas no nosso Parque de Jogos
G. D. Porto d'Ave ***A. D. Terras de Bouro
1/8 de Final da Taça da Associação de Futebol de Braga
Este é mais um jogo que ninguém pode faltar
"Campeões não são feitos em academias. campeões são feitos de algo que eles tem profundamente dentro de si: um desejo, um sonho, uma visão" Muhammad Ali
Porto d’Ave foi hoje a capital do futebol distrital e preparou-se a rigor para o acontecimento. Na bancada do nosso Parque de Jogos estavam centenas de adeptos de ambos emblemas para assistir a uma partida que colocava frente a frente a equipa local e o líder da tabela classificativa (segundo classificado após este empate). Depois de termos dividido os pontos no recinto deste adversário no jogo da primeira volta, numa partida dominada pelos homens comandados pelo Mister João Fernando em que a verdade desportiva deixou muito a desejar, o Porto d’Ave volta a defrontar o Taipas com a mesma atitude e só não se pode dizer que foi com olhos nos olhos porque os forasteiros apresentaram-se no nosso recinto muito cabisbaixos. Paulinho e Zé Beto estavam impedidos de alinhar por expulsões nitidamente encomendadas para que a passadeira estendida para este adversário desde a primeira jornada seja ainda mais suave, mas isso não tirou fulgor ao Porto d’Ave que se apresentou determinado a fazer mais um grande jogo contra o líder da tabela. (repito, segundo após este empate)
O Porto d’Ave entrou melhor na partida e aos cinco minutos já tinha assustado o guarda-redes do Taipas por três vezes. Primeiro num remate de longe de Meira que tenta fazer um chapéu. De seguida Manaus à entrada da área não acerta na bola e ao quinto minuto Vitinha faz uma excelente jogada pelo lado esquerdo tirando vários adversários do caminho e remata forte obrigando o guardião forasteiro a uma grande defesa. O Porto d’Ave assumia-se como dono do jogo e aos quinze minutos o árbitro da partida não dá a lei da vantagem e assinala uma falta contra o Taipas beneficiando o infractor uma vez que os nossos jogadores estavam a construir mais uma jogada de ataque. Mas na sequência desta falta surge o golo do Porto d'Ave através de Jaqques que entra na área pelo lado esquerdo e remata para o fundo da baliza. Nos últimos minutos da primeira parte Manaus esteve perto do golo por três vezes. Primeiro quase aproveita um desentendimento entre o guardião e um defesa do Taipas, de seguida obriga o guardião a fazer canto num potente remate e mesmo em cima do intervalo optou pelo cruzamento quando estava em posição para fazer o dois a zero que já se justificava nesta altura.
No regresso dos balneários o jogo voltou a ter só um sentido, com o Porto d’Ave à procura do segundo golo e o Taipas rendido à estratégia elaborada pelo Mister João Fernando que aliada à classe dos nossos jogadores estava a deixar o líder (segundo classificado após este empate) com os olhos em bico. Não vou descrever aqui todas as oportunidades desperdiçadas para ampliar a vantagem porque assumi um compromisso de acabar esta crónica antes da meia-noite. Mesmo assim nada fazia prever que a vitória nos fugisse uma vez que o adversário limitava-se a ver jogar, mas um lance quase aos noventa minutos em que um jogador do Taipas controla a bola com a mão como se de um jogo de andebol se tratasse, e faz o golo do empate colocando uma grande injustiça no resultado num lance que deturpa as regras mais básicas de futebol (football : foot = pé / ball = bola). O Porto d'Ave nos últimos minutos ainda tentou colocar-se novamente em vantagem, mas o Taipas a partir do golo do empate limitou-se a defender com unhas e dentes para segurar aquele precioso pontinho.
Os nossos jogadores voltaram a realizar uma grande exibição, e apesar de terem perdido dois pontos ao cair do pano, abandonaram o campo debaixo duma merecida e ensurdecedora salve de palmas por parte de centenas de adeptos do Porto d'Ave que testemunharam o banho de bola que o líder da classificação (volto a repetir, segundo após este empate) levou no nosso recinto.
Este jogo fica também marcado pelo regresso de Filipe Ferreira, que depois de ter decidido abandonar a carreira, o nosso antigo Capitão resolve voltar ao Porto d'Ave. Faltavam cerca de quinze minutos para o final da partida quando voltou a pisar o "seu" campo de futebol, e todos adeptos presentes demonstraram uma grande alegria por ver este filho da nossa terra novamente vestido com a camisola do Porto d'Ave.
Em declarações á comunicação social no final do jogo da primeira volta o treinador do Taipas disponibilizou-se para dar umas lições de treino ao Mister João Fernando. Este foi um acto muito nobre e demonstrou ser dotado de grande generosidade. Não temos conhecimento se essas aulas já iniciaram, mas caso a resposta seja positiva deixo aqui os parabéns ao homem que se senta no banco de suplentes do Taipas, pois trata-se de um excelente pedagogo, e a prova disso é que o seu aluno hoje fez um exame e passou com distinção deixando o professor com os olhos em bico. Nota final: Vinte valores para o aluno e o professor receberá a sua avaliação em conformidade no final do ano lectivo. Tudo indica que o Porto d’Ave na próxima época volta a deslocar-se às Taipas e duvido que encontremos este senhor novamente.
Na próxima Quarta-feira à noite o Porto d’Ave vai defrontar o Terras de Bouro num jogo referente aos oitavos de final da Taça da Associação de Futebol de Braga. Uma presença na final desta competição é um sonho antigo do nosso clube e esta época já foi tornado público pela voz do nosso treinador que está nos seus horizontes presentear toda a colectividade com a sua realização. Esta é uma competição a eliminar e esta época apenas quatro equipas conseguiram vencer o Porto d’Ave. Se vencermos o Terras de Bouro vamos discutir com o Vilaverdense no próximo sábado a passagem às meias-finais. Esta época já defrontamos este adversário no seu recinto e a vitória só não nos sorriu porque uma equipa de arbitragem sem dignidade falsificou o resultado ao não assinalar uma grande penalidade aos noventa minutos de jogo sobre Vitinha.
A equipa deste blog também sabe que o sorteio que ditou a nossa deslocação a este recinto para esta eliminatória deixou algumas dúvidas no que a transparência diz respeito, uma vez que foi ocultada a data do mesmo aos responsáveis do Porto d’Ave que se preocuparam em saber quando seria a sua realização e apenas receberam pontos de interrogação. Parece que a velha “estória” da bola quente e bola fria permanece nos hábitos dos donos do futebol distrital bracarense.
Me conforta este som do chafariz do terreiro
"A vida não consiste em ter boas cartas na mão e sim em jogar bem as que se tem."