O Porto d’Ave recebeu o U. D de Polvoreira e cumpriu o seu dever ao somar mais três pontos e cimentar ainda mais um lugar na primeira metade da tabela classificativa. Pela frente estava um adversário que não apresenta argumentos para disputar este campeonato e até os seus adeptos já deixaram de acreditar nesta equipa sendo o motorista do autocarro o único elemento identificado com o adversário que marcou presença na bancada do nosso Parque de Jogos para além de alguns membros do plantel.
O Porto d’Ave abriu cedo o placar através de Freitas que ao sexto minuto da partida apontou o golo que valeu os três pontos. A bola ainda voltou a bater nas mesmas redes por duas vezes antes do intervalo ambas através de Pimenta, mas o trio de arbitragem imaginava não-sei-o-quê e invalidou os dois golos. 
Já antes do golo tinha sido levantada a bandeira indevidamente quando o mesmo jogador partia isolado em boa posição para marcar. Além destes lances assistimos a uma chuva de oportunidades na mesma área mas a bola teimava em não entrar. Já na outra baliza o guardião Abreu teve o primeiro contacto com a bola ao minuto vinte e cinco num cruzamento fácil de resolver e só em cima do intervalo foi chamado a intervir no único lance com algum perigo.
Na segunda parte os nossos jogadores saiam do balneário com uma margem mínima que face ao que se tinha passado dentro das quatro linhas premiava o nosso adversário que com o factor sorte aliado ao comportamento do trio de arbitragem começaram a acreditar que podiam pontuar no nosso recinto, e a partida ficou mais equilibrada neste período onde há a registar apenas duas oportunidades de golo flagrantes já nos minutos finais. Primeiro foi a vez do Polvoreira tentar o empate através dum livre inventado pelo árbitro da partida e Abreu após uma grande intervenção ainda vê a bola bater no poste da baliza antes se sair pela linha de cabeceira. Não demorou muito a resposta do Porto d'Ave através de Zé Beto que se apercebendo dum ligeiro adiantamento do guardião adversário tenta o golo de chapéu obrigando a uma defesa apertada para canto.
O resultado final faz justiça à superioridade do Porto d’Ave contra um adversário que se preocupou mais com a violência do que com o futebol. Mas às vezes o feitiço vira-se contra o feiticeiro e foi o guardião do Polvoreira em mais uma agressão a um dos nossos jogadores que acabou por se lesionar (já no jogo da primeira volta tinha sido useiro e beseiro neste tipo de lances). O alvo escolhido tinha sido Cabreira e a probabilidade do desfecho ser outro era muito reduzida. Quanto ao trio de arbitragem estiveram à altura do desafio, muito fracos.

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