
O "lugar" de Porto d'Ave arrecadou mais três pontos numa partida em que defrontou o "concelho" de Terras de Bouro. Uma segunda parte de ouro dos nossos jogadores deixou um adversário com os olhos em bico rendidos a um festival de futebol e a derrota pela margem mínima acaba por ser doce para os forasteiros face ao que se passou dentro das quatro linhas. Apesar da Primavera fazer fim de semana fora, o público compareceu preenchendo a bancada para assistir a este desafio que merecia ser desenrolado num tapete verde, pois as condições do terreno não eram as melhores e pior que o tempo só mesmo a actuação do árbitro da partida que não se contentando com a lama ainda resolveu piorar a situação ao inclinar o campo favoravelmente à equipa de Terras de Bouro que não teve arte nem engenho para aproveitar esse factor.
O Porto d'Ave entrou praticamente a ganhar e ainda se ouvia o eco do primeiro apito da partida quando o placar foi inaugurado. O golo madrugador saiu da cabeça de Pimenta após um canto apontado por Zé Beto. Com dez minutos jogados saiu uma bomba do pé esquerdo do mesmo jogador, mas a barra da baliza que ainda não parou de tremer na sequência deste embate, negou-lhe o segundo.
A partir deste momento a nossa equipa passou um período menos conseguido e permitiu que o adversário invertesse o resultado. Uma desatenção na defesa ao minuto quinze e um grande golo apontado pelo ex-Portodavense Victor que não festejou (lembro que este jogador vestiu quase duas centenas de vezes a nossa camisola e habituou-nos a golos assim) a dez minutos do intervalo levam os nossos jogadores a tomar o chá com sabor a desvantagem.
Na segunda parte a nossa equipa saíu do balneário equipada de vontade de vencer e foi enorme na conquista dos três pontos. Os jogadores do Terras de Bouro estavam rendidos ao banho de bola que estavam a levar a adivinhava-se a reviravolta a qualquer momento, pois o perigo não parava de bater à porta da baliza adversária.
E foi com um grande golo ao minuto vinte que surgiu o empate através de Bife que tinha acabado de entrar e faz um chapelão com conta, peso e medida e envia a bola para o fundo da baliza. Um Hino ao Futebol a sair do pé direito do nosso avançado a equilibrar o placar, mas o Porto d'Ave prometia muito mais. Já no último quarto de hora da partida o golo esteve perto com o mesmo jogador a rematar e permitir a defesa e na recarga faz um cabeceamento e vê a bola sair pela linha de cabeceira a menos de um palmo ao lado do poste quando o guardião já nada podia fazer neste lance.
E a justiça no resultado surgiu quando faltavam cinco minutos para o apito final mais uma vez através de Pimenta que do seu pé esquerdo bisa na partida e coloca o Porto d'Ave em vantagem com os festejos ao rubro tanto na bancada como dentro das quatro linhas. As vitórias sabem todas bem, mas não há dúvidas que umas sabem melhor que outras.
O golo ainda voltou a espreitar a mesma baliza, através de Pivas que aponta um livre pelo lado esquerdo e a bola é desviada na pequena área com muita dificuldade para a defensiva adversária.

Já nos descontos o perigo chegou pela primeira vez na segunda parte perto da baliza defendida por Abreu. Um livre assinalado em cima da linha da grande área podia ter causado uma grande injustiça no resultado, mas o Terras de Bouro não tem nenhum Pimenta e por isso não sabe tirar proveito deste tipo de lances.
O apito final chegou de seguida com o resultado favorável ao Porto d'Ave por três bolas a duas numa partida em que os nossos jogadores foram enormes, sobretudo pela fantástica segunda parte. Quando se quer mesmo, não há pai para nós, por isso vamos fazer o mesmo na próxima jornada, e na próxima e nas seguintes. Força equipa, Força Porto d'Ave.
O Porto d'Ave entrou praticamente a ganhar e ainda se ouvia o eco do primeiro apito da partida quando o placar foi inaugurado. O golo madrugador saiu da cabeça de Pimenta após um canto apontado por Zé Beto. Com dez minutos jogados saiu uma bomba do pé esquerdo do mesmo jogador, mas a barra da baliza que ainda não parou de tremer na sequência deste embate, negou-lhe o segundo.
A partir deste momento a nossa equipa passou um período menos conseguido e permitiu que o adversário invertesse o resultado. Uma desatenção na defesa ao minuto quinze e um grande golo apontado pelo ex-Portodavense Victor que não festejou (lembro que este jogador vestiu quase duas centenas de vezes a nossa camisola e habituou-nos a golos assim) a dez minutos do intervalo levam os nossos jogadores a tomar o chá com sabor a desvantagem.
Na segunda parte a nossa equipa saíu do balneário equipada de vontade de vencer e foi enorme na conquista dos três pontos. Os jogadores do Terras de Bouro estavam rendidos ao banho de bola que estavam a levar a adivinhava-se a reviravolta a qualquer momento, pois o perigo não parava de bater à porta da baliza adversária.
E foi com um grande golo ao minuto vinte que surgiu o empate através de Bife que tinha acabado de entrar e faz um chapelão com conta, peso e medida e envia a bola para o fundo da baliza. Um Hino ao Futebol a sair do pé direito do nosso avançado a equilibrar o placar, mas o Porto d'Ave prometia muito mais. Já no último quarto de hora da partida o golo esteve perto com o mesmo jogador a rematar e permitir a defesa e na recarga faz um cabeceamento e vê a bola sair pela linha de cabeceira a menos de um palmo ao lado do poste quando o guardião já nada podia fazer neste lance.
E a justiça no resultado surgiu quando faltavam cinco minutos para o apito final mais uma vez através de Pimenta que do seu pé esquerdo bisa na partida e coloca o Porto d'Ave em vantagem com os festejos ao rubro tanto na bancada como dentro das quatro linhas. As vitórias sabem todas bem, mas não há dúvidas que umas sabem melhor que outras.
O golo ainda voltou a espreitar a mesma baliza, através de Pivas que aponta um livre pelo lado esquerdo e a bola é desviada na pequena área com muita dificuldade para a defensiva adversária.

Já nos descontos o perigo chegou pela primeira vez na segunda parte perto da baliza defendida por Abreu. Um livre assinalado em cima da linha da grande área podia ter causado uma grande injustiça no resultado, mas o Terras de Bouro não tem nenhum Pimenta e por isso não sabe tirar proveito deste tipo de lances.
O apito final chegou de seguida com o resultado favorável ao Porto d'Ave por três bolas a duas numa partida em que os nossos jogadores foram enormes, sobretudo pela fantástica segunda parte. Quando se quer mesmo, não há pai para nós, por isso vamos fazer o mesmo na próxima jornada, e na próxima e nas seguintes. Força equipa, Força Porto d'Ave.

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