
Num campo de futebol de condições duvidosas para a realização dum torneio popular e com uma equipa de arbitragem a condizer, o Porto d'Ave saiu de Polvoreira com uma injusta derrota por uma bola a zero num jogo a contar para o campeonato da mais alta divisão de futebol distrital bracarense.

Na primeira parte foi a equipa da casa quem criou as melhores oportunidades, mas as defesas de Abreu aos minutos catorze, quinze, quarenta e quarenta e cinco evitaram o golo. O Porto d'Ave menos rematador neste período, entrou por várias vezes na grande-área, mas os jogadores que ocupavam o sector defensivo do Polvoreira não olhavam a regras (porque sabiam que estavam isentos delas) e impediam os nossos avançados de abrir o placar com lances que deturpam a verdade desportiva. Desta forma o Porto d'Ave ia para intervalo com dois penaltys por marcar, um sobre Freitas ao sexto minuto e outro sobre pimenta aos dezassete num lance em que o guardião teria que ver a cartolina vermelha. Ainda ao minuto vinte e cinco a bola tinha parado no fundo da baliza do nosso adversário mas não foi considerado golo por suposto fora de jogo.
Na segunda parte, foi o Porto d'Ave quem tomou conta do jogo criando diversas oportunidades para marcar. A primeira foi logo aos três minutos através de Filipe Gonça que remata por cima da barra. Ao minuto dezoito Pivas e Daniel entraram para os lugares de Jaqques e Zé Beto, e a partir deste momento o jogo instalou-se à volta da baliza do guardião da casa. Um penalty ao minuto vinte e oito que ficou por assinalar e as oportunidades de Pesca e Pivas foram os lances com maior destaque neste período. E como se adivinhava o golo a qualquer momento, o árbitro da partida resolve pôr um travão no ascendente do Porto d'Ave e mostra a segunda cartolina amarela ao central Neves quando considera mão uma bola inofensiva ganha de peito ao meio campo. Passados dois minutos contra a corrente do jogo, o Polvoreira faz um golo no único remate efectuado à baliza de Abreu na segunda parte.

O Porto d'Ave mesmo em inferioridade numérica nunca baixou os braços e criou várias oportunidades até ao apito final, mas nos últimos dez minutos da partida quem mais suou a camisola foi o massagista da casa para assistir os pseudo-lesionados perante a passividade do árbitro da partida.
Mas o lance mais vergonhoso ainda estava para acontecer. Já em período de descontos, Raul é derrubado na zona de penalty num lance em que o tal do apito viu, pois foi uma falta escancarada mesmo à sua frente mas àquela hora seria complicado assinalar uma vez que em caso de golo já não dava tempo para recolocar o Polvoreira em vantagem, e mesmo perante a evidência da falta a dois metros do lugar onde se encontrava, faz gestos ao nosso jogador para se levantar sem assinalar o castigo máximo. Comprometido sem dúvida alguma. E assim o Porto d'Ave abandonou a partida não com três pontos perdidos, mas sim com três pontos roubados. 

Na primeira parte foi a equipa da casa quem criou as melhores oportunidades, mas as defesas de Abreu aos minutos catorze, quinze, quarenta e quarenta e cinco evitaram o golo. O Porto d'Ave menos rematador neste período, entrou por várias vezes na grande-área, mas os jogadores que ocupavam o sector defensivo do Polvoreira não olhavam a regras (porque sabiam que estavam isentos delas) e impediam os nossos avançados de abrir o placar com lances que deturpam a verdade desportiva. Desta forma o Porto d'Ave ia para intervalo com dois penaltys por marcar, um sobre Freitas ao sexto minuto e outro sobre pimenta aos dezassete num lance em que o guardião teria que ver a cartolina vermelha. Ainda ao minuto vinte e cinco a bola tinha parado no fundo da baliza do nosso adversário mas não foi considerado golo por suposto fora de jogo.
Na segunda parte, foi o Porto d'Ave quem tomou conta do jogo criando diversas oportunidades para marcar. A primeira foi logo aos três minutos através de Filipe Gonça que remata por cima da barra. Ao minuto dezoito Pivas e Daniel entraram para os lugares de Jaqques e Zé Beto, e a partir deste momento o jogo instalou-se à volta da baliza do guardião da casa. Um penalty ao minuto vinte e oito que ficou por assinalar e as oportunidades de Pesca e Pivas foram os lances com maior destaque neste período. E como se adivinhava o golo a qualquer momento, o árbitro da partida resolve pôr um travão no ascendente do Porto d'Ave e mostra a segunda cartolina amarela ao central Neves quando considera mão uma bola inofensiva ganha de peito ao meio campo. Passados dois minutos contra a corrente do jogo, o Polvoreira faz um golo no único remate efectuado à baliza de Abreu na segunda parte.
O Porto d'Ave mesmo em inferioridade numérica nunca baixou os braços e criou várias oportunidades até ao apito final, mas nos últimos dez minutos da partida quem mais suou a camisola foi o massagista da casa para assistir os pseudo-lesionados perante a passividade do árbitro da partida.
Mas o lance mais vergonhoso ainda estava para acontecer. Já em período de descontos, Raul é derrubado na zona de penalty num lance em que o tal do apito viu, pois foi uma falta escancarada mesmo à sua frente mas àquela hora seria complicado assinalar uma vez que em caso de golo já não dava tempo para recolocar o Polvoreira em vantagem, e mesmo perante a evidência da falta a dois metros do lugar onde se encontrava, faz gestos ao nosso jogador para se levantar sem assinalar o castigo máximo. Comprometido sem dúvida alguma. E assim o Porto d'Ave abandonou a partida não com três pontos perdidos, mas sim com três pontos roubados. 

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