A administração do blog deseja um Natal cheio de Paz, Amor, Saúde e Alegria e que em 2010 Nossa Senhora do Porto d’Ave guie os passos de todos que fazem parte da grande Família Portodavense.
A minha terra não é minha... Eu é que sou da minha terra.

lição de como se deve apoiar uma equipa de futebol. Estão de parabéns os ruidosos adeptos forasteiros que apenas mancharam a sua actuação quando o nosso guardião Clemente repunha a bola em jogo.O Grupo Desportivo de Porto d’Ave persegue um sonho desde a sua fundação. Esse sonho chama-se Taça da Associação de Futebol de Braga.
No próximo Domingo, dia vinte de Dezembro a partir das quinze horas realiza-se mais um jogo a contar para essa competição. Vamos receber no nosso recinto o Prado, um adversário de respeito mas os nossos jogadores e treinadores estão motivados e com a nossa presença na bancada podemos subir mais um patamar rumo ao velho sonho. Vamos todos juntos levar de vencido este adversário e seguir em frente nesta competição.
Não venceu mas convenceu. Uma voz de Porto d’Ave cantou para todos portugueses e a forma com o fez é motivo de orgulho para nós. Este foi apenas um pequeno passo duma grande caminhada desta menina que adora cantar e é nosso desejo que nunca pare de o fazer. Em alguns posts anteriores chamei-lhe “flor” mas não é uma flor, a Andreia é uma Tília de Porto d’Ave.
Parabéns Andreia, para nós foste indiscutivelmente a primeira.
"para conseguir uma grande chama temos que começar a alimentá-la com palhinhas"
William ShakespeareVimieiro – 0
Porto d’Ave - 12
Num jogo em que a classificação demonstra um enorme desnível entre as duas equipas, a treinadora Ana fez alinhar um cinco inicial diferente do habitual. Na primeira parte a equipa do Porto d’Ave criou dezenas de oportunidades para marcar, mas só por três vezes viu a bola entrar na baliza, aos sete minutos por Bi, aos dez Paula e catorze Nádia. Nas outras oportunidades criadas a bola teimava em esbarrar no corpo das jogadoras da casa, e quando isso não acontecia a guarda-redes ia dando conta do recado.
Na segunda parte as nossas jogadoras foram muito mais eficazes, com destaque para a Lúcia que por cinco vezes obrigou a guardiã da casa a ir buscar a bola ao fundo da baliza. Esta jogadora destaca-se normalmente pelas recuperações de bola e qualidade de passe mas hoje lembrou-se de marcar golos como se não houvesse amanhã. Também a Nádia que já tinha marcado na primeira parte voltou a fazer o gosto ao pé por mais três vezes. O outro golo da segunda parte foi apontado pela Paula.
Foi com chave de ouro que as nossas jogadoras fecharam o ano, uma vez que só em 2010 voltam a competir no campeonato.
O Porto d’Ave mantém a onda de resultados positivos e arranca um empate a uma bola
Mas este jogo fica marcado por episódios vergonhosos por parte de duas equipas que também estiveram no recinto e fizeram questão se serem os protagonistas da tarde. Trata-se da equipa da arbitragem (quanto a esta não nos surpreende até porque já nos tinham ameaçado) e da equipa da G.N.R. (ou lá o que era aquilo).
Num determinado momento do jogo o Presidente do Grupo Desportivo do Porto d’Ave aproxima-se do fiscal de linha para o avisar que estavam a cometer uma irregularidade ao impedir o nosso massagista de ter acesso ao recinto de jogo. Perante isto, dois sujeitos fardados com um boné na cabeça e uma pistola na cinta, dirigem-se a ele e detém-no. Mas se nada justificava aquele aparato, até porque estava perto do local um agente de autoridade que
assistindo aos protestos do nosso presidente apenas lhe disse para ter calma, mais grave foi a forma violenta como o fizeram. Tenho curiosidade em saber se estes dois sujeitos fardados quando recebem uma chamada de socorro ou ouvem um alarme a tocar também demonstram toda esta coragem e bravura e no momento da detenção também exibem o mesmo sorriso triunfante.
Não me vou alongar na descrição destas duas equipas, porque os adjectivos que teria que usar para os qualificar violam a regras deste blog relativamente ao vocabulário permitido.
Quero deixar uma palavra de agradecimento aos responsáveis de Santa Eulália, assim como observadores de outros clubes do nosso campeonato que assistiram ao jogo, demonstrando-se indignados face aos acontecimentos, reprovando veemente a actuação dos tais sujeitos.
Ribeirão - 0
Porto d'Ave - 5
Mais três pontos somados na excelente caminhada que a nossa equipa de Futsal Feminino vem percorrendo. Desta vez a proeza foi conseguida no difícil terreno do Ribeirão, um dos nomes sonantes do campeonato, mas não tiveram arte nem engenho para levar a melhor sobre as jogadoras comandadas pela treinadora Ana. Apesar da distância houve claramente mais adeptos afectos ao Porto d’Ave, o que demonstra o respeito e admiração que esta equipa tem conquistado desde que vestem a honrada camisola axadrezada.
As oportunidades na primeira parte foram todas das nossas jogadoras que encararam o jogo com o mesmo sentido de responsabilidade a que nos vem habituando.
Aos cinco minutos surge o primeiro remate saído do pé esquerdo da Ju. A seguir foi a vez da Bi que depois de roubar uma bola remata esbarrado numa jogadora da casa. Paula na primeira vez que tenta o golo obriga a guardiã da casa a fazer canto. Ao décimo segundo minuto festejou-se pela primeira vez com um grande golo de Lúcia. Após a festa do primeiro as nossas jogadoras vão à procura do segundo e surge mais um remate de Bi rente ao poste. A seguir foi a vez da Paula obrigar novamente a guardiã do Ribeirão a intervir por duas vezes, numa jogada individual e outra após excelente assistência da Nádia. Mas o segundo golo surgiu ainda antes do intervalo através da Bi que rematou rasteiro e com força não dando qualquer hipótese à guardiã da casa. De seguida foi a vez da Lúcia fazer um nó cego a duas adversárias mas o poste impediu-a de bisar.
Se na primeira parte os remates à baliza eram repartidos por toda a equipa, na segunda saíram quase todos dos pés da Ju. Aos cinco minutos tira uma adversária do caminho e remata para canto. Aos sete remata às redes laterais pelo lado esquerdo. Aos oito faz o primeiro da conta pessoal e o terceiro da equipa. Aos treze obriga novamente a equipa da casa a fazer canto. Ao minuto catorze, perante uma indecisão da defensiva adversária que não sabia o que fazer à bola, a mulher do jogo, Ju, decidiu por elas e enfia-a na baliza fazendo o quarto para o Porto d'Ave. Pelo meio ainda arrancou um aplauso num lance com a número três do Ribeirão (que estava a pedi-las) onde também esteve muito bem. Saiu lesionada a meio da segunda parte e não voltou a entrar para alívio da equipa da casa.
Ao minuto vinte e dois foi a vez da Nádia fazer o gosto não ao pé mas à cabeça, finalizando da melhor forma um cruzamento tirado a régua e esquadro da capitã Paula. Ainda houve tempo para se assistir ao ferro da baliza a negar o golo ao Porto d’Ave por duas vezes, num remate da Sandra e outro da Bi.
Este jogo fica também marcado pela ausência duma imagem que irá deixar saudades. O Pai Natal chegou mais cedo a casa da nossa guardiã e a imagem ao lado passa a fazer parte das nossas lembranças. É desejo de todos Portodavenses que as sapatilhas que hoje foram estreadas venham a ficar como as da imagem, sempre ao serviço do Porto d’Ave.
Quem também marcou presença na bancada foi uma das equipas que lidera o campeonato, o Vermoim, e até hoje não há desonra alguma em admiti-lo, a única que demonstrou argumentos superiores ao Porto d'Ave.
O próximo jogo é novamente fora de casa contra o Vimieiro a realizar no Pavilhão de Tadim pelas vinte e uma horas no próximo Sábado. Vamos mais uma vez apoiar a nossa equipa que nos corresponde com grandes exibições e as vitórias que delas advém.
Mais uma grande exibição da equipa do Porto d’Ave, desta vez na recepção ao terceiro classificado, o Ronfe. Quem acompanha esta equipa jornada após jornada sabe que a qualidade do futebol praticado pelos homens comandados pelo Mister João Fernando está muito acima do que a classificação demonstra. Só a falta de sorte e outros factores que envergonham e teimam em permanecer no futebol é que tem impedido o Porto d’Ave de ocupar os lugares cimeiros da tabela.
Esta partida realizou-se num terreno considerado aceitável tendo em conta os factores climatéricos e os jogadores das duas equipas conseguiram praticar bom futebol, e quem não se assustou com a chuva e marcou presença no nosso Parque de Jogos pode testemunhar este facto. Foi com uma entrega total dos homens da casa desde o apito inicial até ao fim dos noventa minutos que o Grupo Desportivo de Porto d’Ave alcançou a primeira vitória do campeonato no seu recinto e somou mais três pontos avançando duas linhas na classificação, aproximando-se assim dos lugares que merece ocupar.
Foram os forasteiros os primeiros a marcar, aos dez minutos de jogo num lance em que a nossa defesa fez alguma cerimónia para sacudir a bola da zona de perigo. Aos treze minutos, o guardião do Ronfe faz a primeira de várias grandes defesas em livres apontados por Paulinho. Minuto dezanove, quase surge o segundo do Ronfe com Paulinho a tirar de cabeça em cima da linha da baliza. Passado um minuto, Vitinha cabeceia contra a barra após excelente cruzamento de Zé Beto. Aos vinte e dois, novamente Vitinha marca um livre
O primeiro momento digno de registo após o intervalo surge à passagem do primeiro terço da segunda parte quando o Ronfe fica também reduzido a dez jogadores, e a partir daqui a vitória começa a ser construída, uma vez que mesmo em inferioridade numérica o Porto d’Ave nunca deixou de a procurar. Ao minuto vinte e cinco, Paulinho volta a rematar para defesa do guardião adversário. Neste momento acontece a primeira substituição com Luís Manuel a dar lugar a Victor. Minuto trinta foi a vez do Ronfe criar perigo, mas Daniel corta para canto. Nova substituição com Jaqques a dar lugar a Bruno. Minuto trinta e dois o guardião Pedroto recebe um chapéu e vê com agrado a bola a cair em cima da rede da baliza. A partir daqui só deu Porto d’Ave. Bruno remata aos trinta e cinco para nova defesa do guardião do Ronfe. Minuto trinta e sete Paulinho vê novamente o golo a ser-lhe negado com mais uma grande defesa. Minuto quarenta e dois Victor sofre falta pelo lado direito e novamente Paulinho tenta enviar a bola para a baliza para mais uma grande intervenção do guardião forasteiro que desvia para canto. E é deste canto que surge o grande momento do jogo com Zé Beto a saltar na área para fazer um grande golo de cabeça. Uma "tólada" a enviar a bola para o fundo da baliza que põe a bancada em delírio colocando justiça no resultado. Ao minuto noventa o Porto d’Ave mata o jogo num golo partilhado entre dois recém-entrados Manaus e Victor com o primeiro a assistir e o segundo a enviar a bola novamente para o fundo da baliza.
Nesta grande exibição em que todos que alinharam com a Fonte do Chinês ao peito foram enormes, é de inteira justiça destacar um miúdo chamado Zé Beto que encheu o campo e encantou a bancada com uma entrega em cada lance como se não houvesse amanhã. Pelo que fez no jogo merece tê-lo terminado com aquele golão. Foi sem dúvida o principal responsável pela primeira vitória do Porto d’Ave neste campeonato no nosso recinto. Numa grande exibição do colectivo, este jogador conseguiu sobressair de tal forma que seria justo que abandonasse o campo em ombros pelos colegas. Saiu juntamente com eles no final do jogo (pelo seu pé) debaixo de um ensurdecedor e muito merecido aplauso por parte dos adeptos da casa.
Na próxima jornada temos outro jogo importantíssimo nesta fase em que se começam a delinear as ocupações na grelha de partida para a segunda volta. O Santa Eulália é já um velho rival, e ainda na época passada conseguimos quatro preciosos pontos nas duas partidas em que os defrontamos e os nossos jogadores estão a demonstrar que podem vencer em qualquer recinto contra qualquer adversário. Força Porto d'Ave.
Portodavenses, no próximo Domingo uma voz de Porto d'Ave irá novamente maravilhar milhões de portugueses no programa da TVI "Uma Canção Para Ti"O resultado deste jogo demonstra o desnível entre as duas equipas. O primeiro golo surgiu apenas aos nove minutos, mas a partir daqui foi uma chuva de bolas a bater nas redes da equipa visitante.
Foi a capitã Paula que abriu o placar num livre directo, enviando uma bomba para o fundo da baliza. Passado um minuto, Bi faz uma diagonal e ainda longe da baliza remata e faz o segundo. O minuto cartorze foi o melhor momento de todo jogo, com uma bela jogada de entendimento entre a Nádia e a Paula que termina com a bola nas redes e o segundo da conta pessoal da capitã. Até ao intervalo ainda se festejou aos dezoito (Nádia) vinte (Paula) vinte e um (Bi) vinte e oito (Sandra) vinte e nove (Ângela) trinta (Topi).
Na regresso dos balneários, as nossas jogadoras ainda voltaram a festejar por três vezes. Aos nove minutos Topi tira uma adversária do caminho e faz um golo de belo efeito. Aos dez foi a vez da Paula fazer o gosto ao pé pela terceira vez nesta partida. O fecho da contagem coube á Nádia que não quis ficar atrás da Paula e também fez hact-trick.
Numa partida em que as nossas jogadoras não encontraram dificuldades para levar de vencido este
adversário, a dupla Nádia e Paula merecem o destaque pela verdadeira obra de arte na jogada que originou o terceiro golo e pelo hact-trick de ambas.
No final ouviu-se o tradicional e ensurdecedor grito onde o nome do Porto d’Ave ultrapassou o limite de decibéis permitido pelas regras da poluição sonora.